Poema: Confusão
Ó confusão
Será que é simplesmente fugir da razão?
Ou simplesmente desentender sua emoção?
Ó confusão
Por que voltou para aqui?
Será que eu consigo fugir?
Ou achar um caminho para sair daqui?
Ó confusão
A cada “hm ou “n sei”
Fico cada vez mais próxima de não saber o que fazer
Será que a culpada sou mesmo eu?
Ou da pessoa que não correspondeu?
Ó confusão
Sinto que a cada ato de persistência
Chego mais perto da desistência
Será que está certo a minha existência?
Ou devo apenas mudar a minha aparência?
Ó confusão
Por que não desiste de mim?
Por que não faça a mágica do plim?
E responda todas as minhas meras perguntas com um simples “sim”?
Ó confusão
Por que persiste em ficar?
Mesmo quando eu só quero berrar
Você volta para eu não conseguir me salvar
Ó confusão
Vá procurar alguém
Que te entenda tão bem
Para que tu não voltes atrás de mim e me confundas também