Sabe, eu esperava uma explicação do motivo de tudo estar tão morto. Mas não houve nenhuma explicação do que possivelmente aconteceu.
Eu achei muito interessante, e o eu-lírico parece muito indiferente em relação a isso. Ele não questiona o cinza do mundo, ele não liga para a falta de vida, ele só observa e escuta. É isso. O eu-lírico não liga para a frieza dos seus arredores.
É deprimente, mas é tão real.