O sussurro no fim, dizendo que estão cuidando dele, muda tudo o que veio antes: as pedras, o barulho, a música. Meu palpite é que os duendes estavam ali desde o começo e o Kauã só agora percebeu.
Me lembra aquelas histórias de floresta que passam de avó pra neto, onde o susto quase sempre vira proteção no final.