Lembrei daquele relógio que quer parar e não consegue. Esse poema tem a mesma sensação.
Olhares incompatíveis
Olhe o mar, tão azul,
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Pensamento
Lembrei daquele relógio que quer parar e não consegue. Esse poema tem a mesma sensação.
Conteúdo da publicação
Olhe o mar, tão azul,
Este toca a areia.
Como o vento, norte, sul,
O mesmo nos representa.
Somos linhas, tangentes,
Que caminham lentamente.
Quando, então, se encontram,
Se olham e seguem em frente.
Entre nós, há lacunas,
Somos tristemente diferentes.
Não existem razões,
Para nos amarmos tão de repente.
Estás rente aos meus olhos,
Mas olhando para sombras.
Este adorno que me prende,
Em meu dedo faz manobras.
Por qual motivo estás comigo,
Se distante tu resides?
Este chá sobre a mesa,
Frio, com meu coração colide.
Não suporto mais a dor,
Que tu deixas habitar.
Eu imploro por favor,
Apenas volte a seu lar.
-HMT
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Thoughts
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PermalinkMas por qual motivo fica nisso? Tipo, tem que doer pra continuar ou por quê?
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PermalinkO chá frio batendo no coração é muito específico. Relacionamento tem dessa frieza mesmo.
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PermalinkA gente espera a hora inteira pelo final e quando chega é exatamente o que imaginava.
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PermalinkO chá frio batendo. Isso é muito real. Quando a gente para de tentar é realmente disso.
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PermalinkAdorei a imagem do anel. Ontem uma cliente me contou história assim, deixa o anel e sai.
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PermalinkLembrei daquele relógio que quer parar e não consegue. Esse poema tem a mesma sensação.
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PermalinkVocê acha que se um dos dois parasse de tentar faria diferença, ou é como um destino?
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PermalinkA parte sobre 'somos tristemente diferentes' me doeu. Tem relacionamentos que são assim mesmo.
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PermalinkEu gosto muito de poesia você escreve muito bem parabéns
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