Que as estrelas reverenciem seu lume,
Um anel maior que Saturno, te darei.
Entre o sol ardente e o frio lunar,
Renove-me com tua cósmica energia.
Seu brilho escrito pelas constelações,
A anos-luz, nada se lhe compara.
Infinito meu amar, és minha lemniscata,
Risco por ti meus votos nos astros.
Clareias o céu com teu sorriso,
Orbito em teu beijo, nele me prendo.
Me enfeitiça, curvo-me ao teu olhar,
Imerso no transe, você me conduz.
Gravitamos como sol e lua, nossos corpos em penumbra,
Onde o eclipse revela o que a luz oculta.
Brado meu amor por todo o universo,
Ressoas em mim tua aurora celeste,
Em todo lugar, serás minha Polaris,
Nada nesse cosmos, me desvia de ti.
Desde sempre, és meu destino certo,
À busca do infinito, juntos até o fim.
Escrito em 2026