Carregando…

O dia que Mozão conquistou meu coração Relatos de amor

Marcelleasilva
Pública 8 conversas 16 pensamentos 49 votos positivos 0 voto negativo 0 série

Prefácio

In groups

Pensamento

Pensamento

cafeDeSegunda

Que coisa bonita vocês dois se reconhecerem assim. A parte de reunirem a galera de quatro patas e darem mais um abraço todo dia é isso que faz ficar.

Que coisa bonita vocês dois se reconhecerem assim. A parte de reunirem a galera de quatro patas e darem mais um abraço todo dia é isso que faz ficar.

Conteúdo da publicação

Prefácio

Eu me lembro do dia em que pedi a Deus alguém para dividir meus sonhos. Não pedi qualquer pessoa. Pedi alguém que soubesse o valor de família, que respeitasse pai e mãe, que fosse meu melhor amigo. E foi assim que tudo começou.

Capítulo 1 – Um encontro escrito antes do tempo

Conheço meu Mozão desde antes mesmo de entender o que era amor.
Desde a barriga de nossas mães, nossas histórias já se cruzavam — ainda que em silêncio. Crescemos sem conversas, sem proximidade, sem qualquer contato. É curioso pensar que duas vidas podem caminhar tão perto e, ainda assim, permanecer distantes por tanto tempo.

Foi apenas em dezembro de 2015 que nossos caminhos se tocaram de verdade. Não em um momento de alegria, mas em um cenário de dor: um velório da família dele. O ambiente era pesado, tomado pelo silêncio e pela tristeza. Ainda assim, quando nossos olhares se encontraram, algo dentro de mim se rompeu.

Naquele instante, meu coração foi tomado por um sentimento forte, inesperado e avassalador. Não era alegria, não era paixão — era como se algo antigo tivesse despertado. Como se aquele encontro tivesse sido adiado por anos, esperando o momento certo, mesmo que ele viesse envolto em luto.

Naquela ocasião, ambos estávamos comprometidos com outras pessoas. Mesmo assim, aquele olhar ficou. Ele estava fardado, lindo como sempre, e passou rápido demais. Tão rápido que mal tive tempo de entender o que havia sentido. Quando se despediu da família e foi embora, acompanhei seu caminhar com os olhos até o fim da rua em frente ao velório. Eu sabia, no fundo do meu coração, que aquele momento não seria esquecido.

Quando cheguei em casa, comentei com minha mãe. Estava encantada, confusa, tomada por um sentimento que não fazia sentido algum diante da realidade daquele momento. Ainda assim, só falar não bastava — eu precisava mostrar. Procurei a mãe dele no Facebook e, na foto de capa, estava a família… e ele. Ali estava, exatamente como eu lembrava. Ah, Mozão… como estava lindo.

Depois daquele dia, nunca mais o vi. Mas algo já havia sido plantado dentro de mim.

Capítulo 2 – O sonho antes da promessa

Depois daquele encontro breve e silencioso, a vida seguiu. Os dias passaram, os meses correram, e eu nunca mais o vi. Ainda assim, algo permanecia. Não era lembrança constante, nem pensamento recorrente — era mais sutil. Como uma sensação guardada em algum lugar do coração, esperando sem saber exatamente o quê.

Foi no ano de 2016 que tive um sonho que jamais esqueci. Sonhei que estava me casando. Não vi o rosto do homem ao meu lado, apenas suas costas. Ele tinha cabelos pretos, estatura mediana. Eu não conseguia enxergar seus olhos, seu sorriso, nem reconhecer quem era. Mas, mesmo assim, eu sentia.

Sentia um amor tão grande, tão real, tão intenso, que ao acordar comecei a chorar. Chorei como quem perde algo precioso sem nunca ter tido. Chorei de soluçar, com o coração apertado e cheio ao mesmo tempo. Acordei com aquela sensação viva dentro de mim e compartilhei tudo com minha mãe, tentando explicar algo que nem eu mesma conseguia entender.

No ano seguinte, em 2017, após dez anos presa em um relacionamento tóxico, fiquei solteira. Não foi libertador de imediato. Pelo contrário. Eu me fechei no meu próprio mundo, levantei muros altos e me escondi dentro de mim. O amor, naquele momento, parecia distante demais.

Mas foi também nesse mesmo ano que algo começou a mudar de verdade. Decidi me entregar a Jesus. No dia 31 de dezembro, fui batizada nas águas. Enquanto muitos comemoravam a virada do ano, eu nascia de novo. Minha vida começou a tomar outro rumo naquele instante, ainda que eu não soubesse exatamente para onde estava sendo conduzida.

O sonho ainda não fazia sentido. O homem sem rosto continuava sem nome. Mas, mesmo sem perceber, eu já estava sendo preparada para aquilo que viria.

Capítulo 3 – A carta

Depois de tudo o que vivi, aprendi que há momentos em que o silêncio fala mais alto do que qualquer palavra. Foi nesse lugar de recolhimento, longe do barulho do mundo, que decidi fazer algo diferente. No dia 20 de setembro de 2018, fiz um propósito com Deus.

Foram 21 dias longe das redes sociais, longe do WhatsApp, longe das distrações que tantas vezes nos afastam de nós mesmas. Eu precisava ouvir. Precisava me encontrar. Precisava, acima de tudo, confiar.

Durante esse tempo, escrevi uma carta para Deus. Não foi uma carta apressada, nem cheia de pedidos vazios. Foi escrita com o coração aberto, com verdade, com maturidade e esperança. Pedi que Ele colocasse em minha vida alguém que soubesse o que é família. Alguém que respeitasse pai e mãe. Alguém que fosse meu companheiro, meu amigo, meu porto seguro.

Naquela carta, fui além. Descrevi as características do meu futuro amor. Não por exigência, mas por intimidade com Deus. Pedi que, se fosse possível, essa pessoa tivesse olhos claros. Olhos nos quais eu pudesse me perder. Olhos que transmitissem paz.

E Deus, como sempre, ouviu.

Quando o propósito terminou, a resposta veio de forma simples, sem alarde, mas absolutamente perfeita. Ele me trouxe o mozão com os olhos verdes mais lindos do mundo. Não apenas olhos claros — mas um olhar que me acolhia, que me reconhecia, que parecia dizer: “cheguei”.

Naquele momento, compreendi que Deus não ignora detalhes. Ele cuida até daquilo que achamos pequeno demais para pedir. A carta não era apenas um pedido. Era uma entrega. E a resposta já estava a caminho.

Capítulo 4 – O início de nós

No dia 16 de dezembro de 2018, nossos caminhos se cruzaram novamente — desta vez pelas redes sociais. Começamos a conversar de forma leve, sem pressa, como quem não quer assustar aquilo que ainda está nascendo. Mas, mesmo à distância, algo já era diferente. Havia familiaridade. Havia conforto. Havia paz.

Dois dias depois, em 18 de dezembro de 2018, nos encontramos pessoalmente. E ali, frente a frente, tudo fez sentido. Foi uma sensação maravilhosa, difícil de explicar com palavras. Não era euforia, não era ansiedade. Era certeza. A certeza silenciosa de que era ele. O mesmo que eu havia pedido a Deus. O mesmo que eu tinha sonhado, ainda sem rosto.

Naquele dia, eu fui trabalhar presencialmente no escritório, na Vila Olímpia. Ele quis me buscar no trabalho, mas, pensando no trânsito, sugeri que nos encontrássemos no metrô. Ele me buscou na estação Santana. Quando entrei no carro, nos abraçamos. Houve também um beijo meio sem jeito — não sabíamos se cumprimentávamos com um beijo no rosto ou na boca. (Risos.) Era tudo novo, simples e genuíno.

Seguimos para o Shopping Center Norte. Comemos Pizza Hut, com muito cheddar, e conversamos como se o tempo tivesse parado só para nós. Ao sairmos do shopping, ele me abraçou e disse que nunca mais me soltaria. Olhei para ele e respondi, com o coração aberto, que não era para soltar mesmo.

Assumimos nosso relacionamento. Pouco tempo depois, passamos a virada do ano de 2018 para 2019 na minha casa, ao lado da minha família. Ele conheceu meus avós, tios e primos. Conversou com meu pai por telefone. Tiramos nossa primeira foto juntos. Cada detalhe parecia confirmar aquilo que eu já sentia: havia algo especial sendo construído ali.

Foi mágico. Simplesmente mágico.

Capítulo 5 – A queda e o recomeço

Nem toda história de amor cresce em linha reta. Algumas precisam tropeçar para aprender a caminhar juntas. A nossa foi assim.

No dia 8 de julho de 2019, recebi uma mensagem dele colocando fim ao nosso relacionamento. Não foi uma conversa. Não foi um olhar nos olhos. Foi uma mensagem. E aquilo me doeu profundamente. Eu disse que não era assim que dois adultos resolviam as coisas. Se ele havia me pedido em namoro pessoalmente, também deveria terminar pessoalmente.

No dia seguinte, 9 de julho de 2019, nos encontramos no Shopping Penha, na praça de alimentação. Conversamos. Não houve gritos, nem acusações. Apenas dor contida e maturidade. Desejei a ele somente o melhor, mesmo com o coração em pedaços. Disse, inclusive, que assim que o processo dele saísse, eu passaria tudo certinho — era um processo contra a Netshoes. Mesmo naquele momento, eu ainda me importava.

Nos abraçamos. Ele me acompanhou até a porta de casa. Entreguei uma roupa dele que estava no meu guarda-roupa. E ele foi embora. Ali, senti como se um ciclo tivesse sido fechado à força.

Fiquei arrasada. Chorei muito. Chorei como quem tenta entender por que algo que parecia tão certo havia se quebrado tão rápido. Mas, no dia seguinte, 10 de julho de 2019, recebi outra mensagem. Dessa vez, era um pedido de perdão. Ele dizia que havia feito uma besteira, que estava arrependido.

Marcamos de nos encontrar novamente. Conversamos com verdade. Coloquei tudo o que eu precisava, tudo o que esperava, tudo o que doía. E ele ouviu. Decidimos tentar mais uma vez — não por impulso, mas por escolha.

Reatamos. E, no final do mês de julho, tomamos uma decisão que mudaria nossas vidas: decidimos morar juntos.

Às vezes, recomeçar não é voltar ao ponto inicial. É seguir em frente com mais consciência, mais cuidado e mais responsabilidade com o amor que se escolhe viver.

Capítulo 6 – Construindo um lar

Depois de decidirmos morar juntos, a vida entrou em um ritmo acelerado. Era como se tudo estivesse acontecendo ao mesmo tempo — e, ainda assim, no tempo certo. Começamos a saga de buscar uma casa para morar e de pedir ajuda aos parentes mais próximos. Foi uma verdadeira loucura, daquelas que só quem está começando uma vida a dois consegue entender.

Em apenas quinze dias, ganhamos praticamente tudo o que precisávamos para montar nosso lar. Geladeira, fogão, cama, utensílios… tudo veio como provisão. Só tivemos que comprar o mínimo: um painel, um aparador, a televisão da sala e o sofá. Apenas isso. Cada presente recebido carregava não só utilidade, mas carinho, apoio e torcida.

Tivemos frustrações no caminho. Lugares que pareciam promissores, mas não davam certo. Expectativas que precisaram ser ajustadas. Até que, finalmente, encontramos um apartamento para alugar. No dia 1º de agosto de 2019, entramos ali sabendo que não era apenas um imóvel — era o início da nossa vida juntos.

Mas nossa família ainda não estava completa.

No dia 1º de setembro de 2019, chegou a nossa Vicky, com apenas três meses de vida. Pequena, frágil e absolutamente encantadora. Ela se tornou minha companheira, meu colo, meu aconchego. Pouco tempo depois, sentimos que precisávamos de um espaço maior. Começamos a procurar outro lugar, agora levando nossa Vicota junto nas visitas.

Vimos muitos imóveis. Quase entramos em uma grande furada com uma casa maravilhosa que estava em disputa judicial. Mas não era para ser. Nossa Vicota, de algum jeito, escolheu uma chácara. E ali, nossa família cresceu ainda mais: vieram o Frederico, o Fredinho, amor dela, e, alguns dias depois, o Hulk, nosso gordinho.

O lar começava a ganhar vida, bagunça, latidos e risadas. Estávamos construindo algo que ia muito além de paredes. Estávamos construindo pertencimento.

Capítulo 7 – Quando o amor é colocado à prova

Até ali, estávamos construindo. Casa, rotina, família. Mas o amor verdadeiro não se revela apenas nos dias bons — ele se mostra, sobretudo, quando é testado.

Mozão sempre teve uma vida muito solta. Saía com várias mulheres antes de mim e, mesmo depois de estarmos morando juntos, continuou conversando com algumas dessas “amigas”. Conversas escondidas, longe dos meus olhos, longe da transparência que eu acreditava existir entre nós.

Um dia, ele estava dormindo. O celular, destravado, repousava ao lado dele na cama. Não foi curiosidade leviana. Foi intuição. Peguei o aparelho e comecei a olhar. O que vi fez meu mundo desabar. Conversas. Fotos. Fragmentos de uma realidade que eu não conhecia — e que doía mais do que consigo explicar.

Meu impulso não foi gritar. Não foi confrontar de imediato. Algo dentro de mim pediu silêncio, calma e lucidez. Peguei meu próprio celular e tirei fotos da tela dele. Precisava entender. Precisava saber quem era aquela pessoa. As fotos não mostravam o rosto, apenas o corpo. Então fui investigar. Observei detalhes, perfis, padrões. Juntei peças. Construí provas.

Enquanto isso, meu corpo começou a sentir o peso de tudo aquilo. O nervoso foi tão intenso que tive paralisia facial. Meu rosto ficou torto por meses. A dor emocional encontrou caminho no físico. Mesmo assim, segui firme. E sim, consegui montar um dossiê incontestável.

No momento oportuno, cheguei até ele e fiz apenas uma pergunta:
“Vou te perguntar uma coisa e quero que você me fale a verdade. Não adianta mentir, porque eu já sei de tudo.”

Ele ficou sem reação. Mostrei as provas. Não houve como negar. Naquele dia, ele cortou o contato com aquela pessoa. Perguntou, inclusive, quem mais eu gostaria que ele parasse de seguir.

Foi um divisor de águas. Não porque tudo se resolveu ali — mas porque o amor foi colocado diante da verdade. E a verdade, por mais dolorosa que seja, é o único caminho possível para continuar.

Capítulo 8 – A maior prova de todas

Depois de tudo o que havíamos enfrentado, achávamos que os ventos finalmente estavam mais calmos. No dia 1º de dezembro de 2019, nos mudamos para nossa nova casa. Era um recomeço. Um lugar novo, novas expectativas, novos sonhos. Poucos dias depois, em 30 de dezembro, o Mozão me fez uma surpresa: nossa família cresceu mais uma vez. Chegou o nosso marronzinho, Argos. Tão pequeno que cabia embaixo da cama box. Folgado, marrento, impossível não se apaixonar.

Em fevereiro de 2020, no carnaval, a Meguinha veio passar alguns dias conosco enquanto minha mãe viajava. Mas, como tantas coisas em nossa vida, ela chegou para ficar. Nossa pretinha se tornou parceira inseparável do gordinho. Só ela mesmo para aguentar aquele menino maluquinho. A casa estava cheia de vida.

Foi então que nos aventuramos em mais um desafio: a reforma da casa. E que loucura foi aquela. Morávamos praticamente dentro da obra. Tínhamos apenas um cômodo para nos acomodar, junto com nossos filhos de quatro patas. O restante da casa não tinha teto, nem paredes. Poeira, barulho, improviso. Mozão quase não tinha tempo de descansar. Trabalhava, fazia DEJEM, bicos… era exaustão atrás de exaustão.

Depois de toda aquela turbulência, meu corpo começou a dar sinais. Tive um surto. Perdi a sensibilidade das pernas. O chão parecia fugir dos meus pés. Fomos ao pronto-socorro achando que seria algo rápido, passageiro. Mas não foi.

A médica me examinou, pediu alguns testes e decidiu me internar. Quando ouvi aquela palavra — internação — entrei em estado de choque. Pensei que passaria no médico e voltaria para casa no mesmo dia. Mas fiquei. Fiquei dez dias internada.

Fui revirada do avesso. Exames, perguntas, incertezas. Até que veio o diagnóstico: Esclerose Múltipla. Uma doença degenerativa do sistema nervoso central. O mundo parou. O medo chegou. Chorei muito. Senti tristeza, revolta, insegurança. Mas, em meio ao caos, algo me sustentou.

Agradeci a Deus.

Aprendi, naquele momento, que nem sempre agradecer é sinônimo de entender. Às vezes, é apenas confiar. Confiei que tudo fazia parte de um processo. Que mesmo aquela dor tinha um propósito. Que a boa, perfeita e agradável vontade de Deus não exclui o sofrimento — mas caminha conosco através dele.

Mozão foi um verdadeiro guerreiro. Trabalhou, cuidou da casa, limpou tudo sozinho, mesmo chegando tarde e cansado. Nossos filhos ficavam presos o dia todo e faziam suas necessidades dentro de casa. Era pesado para todos. Meu coração sangra quando lembro daquela fase. Sofrimento compartilhado, silencioso, profundo.

Mas sobrevivemos. E seguimos.

Capítulo 9 – Amor que permanece

Depois de tudo o que vivemos, aprendi que amor não é ausência de dor. Amor é permanência. É escolher ficar mesmo quando seria mais fácil ir. É segurar a mão do outro quando o chão parece desaparecer.

Nada foi simples. Nada veio pronto. Mas tudo foi construído. Dia após dia, erro após erro, aprendizado após aprendizado. Seguimos até hoje aprendendo um com o outro, amadurecendo juntos, entendendo que amar é um exercício constante de paciência, entrega e fé.

Muitas pessoas diziam que eu seria apenas mais uma passagem na vida dele. Que nosso relacionamento seria breve, superficial, passageiro. Mas Deus mostrou o contrário. Mostrou que quando um relacionamento nasce d’Ele, não há opinião, julgamento ou circunstância capaz de interromper Seus desígnios.

Hoje, olho para trás e vejo que cada oração foi ouvida. Cada lágrima foi recolhida. Cada espera teve um propósito. O amor que construímos não é perfeito — e nem precisa ser. Ele é real. É forte porque passou pelo fogo e permaneceu.

Só tenho a agradecer a Deus pela pessoa que colocou em minha vida. Quando pedimos com o coração aberto e sincero, não há nada nem ninguém que possa impedir aquilo que Ele preparou.

Essa é a nossa história.
Imperfeita. Verdadeira. Abençoada.



Thoughts

  • Rui_Salgueiro

    Imperfeita, verdadeira, abençoada. Pronto, é só isso mesmo.

    Permalink
  • rgomes85

    Eu acho que essa história de vocês vai ser daquelas que a galera volta a contar quando não quer desistir de nada. Você conseguiu contar tudo sem nenhum medo de parecer fraca.

    Permalink
  • mesapradois

    A parte que ele continuou trabalhando, limpando tudo sozinho, enquanto você estava internada. Meu coração conhece bem esse tipo de amor. O que não grita, só fica.

    Permalink
  • dezanosjuntos

    O que vocês fizeram depois da briga (conversaram de verdade, não fingiu) é mais raro do que todo mundo pensa que é. Maioria deixa pra lá e segue fingindo que nada rachou.

    Permalink
  • denovonao

    Aquela parte que ele mandou mensagem pedindo perdão no dia 10 de julho, sei exatamente esse sentimento. Tem gente que merece a terceira chance de verdade.

    Permalink
  • cafeDeSegunda

    Que coisa bonita vocês dois se reconhecerem assim. A parte de reunirem a galera de quatro patas e darem mais um abraço todo dia é isso que faz ficar.

    Permalink
  • Tania_R

    Parece que você sabia, naquela estação de metrô em Santana. Que era ele. Eu achei que ia ter de procurar muito depois de sair de um relacionamento, mas às vezes chega sem avisar.

    Permalink
  • EncontroDeQuinta

    Eu também tenho uma coisa que não falha há anos, aquele jantar de quinta. Entendo esse lugar onde a gente espera sem saber direito o que espera, mas precisando confiar de verdade.

    Permalink

Related posts