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Nome do roteiro: Terror de Lilith Spoiler

Bi-Sombria
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Nome do roteiro: Terror de Lilith.

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tmoreira93

Benício tipo "vim pra te matar mas desisti" é o pior começo de relacionamento possível, mas tipo, funciona?

Benício tipo "vim pra te matar mas desisti" é o pior começo de relacionamento possível, mas tipo, funciona?

Conteúdo da publicação

Nome do roteiro: Terror de Lilith.




Esta não é apenas uma história de morte.

É uma história de renascimento.
De coragem.
De sobrevivência.
E de uma mulher disposta a enfrentar o terror que sempre tentou destruí-la.

Bem-vinda(o) ao Terror de Lilith.
Aqui, ninguém sai ileso.












VIAMÃO 2023




Sumário





INTRODUÇÃO 3

Terror de Lilith 3

Capítulo 1 – O Homem do Beco 4

Capítulo 2 – Refúgio na Casa dos Velhos 4

Capítulo 3 – O Chamado da Polícia 5






























INTRODUÇÃO 


Em um mundo onde as sombras parecem ter vontade própria e o mal aprende a vestir rostos humanos, algumas histórias começam antes mesmo que seus protagonistas tenham força para compreendê-las.

 Lilith era apenas uma menina quando descobriu que a escuridão não vive apenas em becos abandonados—ela vive dentro de pessoas capazes de destruir vidas com um simples ato.

Naquela noite de tempestade, quando raios rasgavam o céu e trovões estremeciam a cidade, o destino de Lilith foi marcado a sangue. Uma tragédia transformou a inocência em cicatriz, o medo em coragem e a dor em propósito.

 Sobreviver não significou apenas continuar respirando. Significou carregar uma fúria silenciosa, um desejo de justiça que ardia mais forte do que qualquer ferida.

Anos depois, o passado retorna como um fantasma exigindo respostas. Agora policial, Lilith mergulha em um labirinto de segredos, máfia internacional, rituais proibidos e mentiras que atravessam fronteiras. 

Mas a maior verdade é que, mesmo machucada, ela aprendeu a lutar. E quando confronta o monstro que destruiu sua infância, descobre que a vingança tem um gosto tão amargo quanto libertador.









Terror de Lilith

“Entre a vingança e o sobrenatural, uma policial enfrenta seu destino.”


Capítulo 1 – O Homem do Beco

Numa noite de tempestade, repleta de raios e trovões, Lilith — uma menina doce — caminhava pelas ruas sombrias de uma cidade assombrada junto de seu irmão, Heitor. De repente, um homem surgiu diante deles e anunciou que mataria os dois se um dos irmãos não o acompanhasse até um beco. Lilith recusou-se imediatamente: não conhecia o sujeito e jamais seguiria um estranho.

A resposta do sequestrador foi brutal. Ele puxou uma faca do bolso e cravou no lado esquerdo do peito de Lilith, onde acreditava estar o coração. Ela caiu, e Heitor correu para ampará-la. Entre lágrimas, ela murmurou:
— Eu te amo… continue vivendo, meu irmão.
Antes que Heitor pudesse responder, ela desmaiou em seus braços.

Movido pelo desespero, o rapaz jurou vingança, mas, antes, correu para buscar ajuda. Encontrou uma casa iluminada e bateu à porta, implorando socorro. Um senhor de meia-idade atendeu, ouviu a história e acompanhou Heitor até o local do ataque.

Capítulo 2 – Refúgio na Casa dos Velhos

Mas, ao chegarem, o corpo de Lilith havia sumido. Havia apenas rastros de sangue que levavam até um carro queimado, onde ela estava jogada, pálida e quase sem forças. O senhor a levantou cuidadosamente e, apesar da dor, Lilith se apoiou em seu ombro. Juntos seguiram de volta para a casa do casal.

No portão, Heitor correu para abrir caminho. A esposa do velhinho já os aguardava com uma bacia de água morna e panos limpos. Enquanto cuidavam dos ferimentos de Lilith, o menino perguntou seus nomes.
— Pode me chamar de Olivia— disse a senhora.
— E eu sou  Dante— completou o senhor.

Eles limparam o ferimento, costuraram o corte profundo e notaram que Lilith estava extremamente pálida devido à perda de sangue. Fizeram-na descansar.

Na manhã seguinte, ela acordou dolorida. Olívia preparou um chá quente, enquanto Heitor segurava a mão da irmã. Dante comentou que Lilith tivera muita sorte de sobreviver à facada. Mas ela explicou que seu coração ficava no lado direito, e foi isso que a salvou. O velhinho suspirou, aliviado.


Capítulo 3 – O Chamado da Polícia

Os anos passaram. Lilith cresceu, se fortaleceu e tornou-se policial. Durante uma ronda, recebeu pelo rádio um chamado urgente: viaturas próximas à rua 112 deveriam se dirigir ao “Beco Terrorista”. Ela era a mais próxima e foi.

Chegando lá, encontrou uma garota caída no centro de um círculo de rituais. Ordenou que o responsável se afastasse. A jovem levantou-se chorando, e Lilith algemou o homem. Nesse instante, ela reconheceu o monstro que destruiu sua infância.

Ele sorriu com deboche:
— Eu te matei. Era pra você estar morta.

Lilith retribuiu o sorriso:
— Devia ter conferido melhor, desgraçado.

Com reforços chegando, um policial atirou no braço do criminoso. Lilith pediu que a garota entrasse na viatura e, tomada pela fúria reprimida por dez anos, esfaqueou o homem dos dois lados do peito, impedindo qualquer chance de sobrevivência, antes de disparar contra sua cabeça.

Chorando, ela murmurou:
— Finalmente te tirei dos meus pesadelos.

Chamou a delegacia, informou sobre o resgate da menina e a morte do assassino. O corpo foi recolhido para análise. No caminho para levar a garota para casa, Lilith contou parte de sua história, revelando que tinha a mesma idade da menina quando passou por algo semelhante.

A garota dormiu de exaustão. Ao chegarem, os pais a receberam emocionados e agradeceram por Lilith tê-la trazido em segurança. Após se despedir, a policial entrou em seu carro. O celular tocou: era seu chefe, avisando que ela seria transferida para a Coreia do Sul para investigar um caso “fora da realidade”, envolvendo rituais com crianças e uma possível máfia local.

Durante a viagem, Lilith conheceu um rapaz asiático chamado Benício. Eles conversaram bastante, e ela, mesmo jovem e inexperiente em relacionamentos, permitiu que ele se aproximasse. Mas, desconfiada, investigou sua identidade — e não encontrou absolutamente nada.

Irritada, perguntou:
— Como assim não existe nada sobre você?

Com os olhos semicerrados, ele apenas disse:
— Porque não posso mostrar minha identidade real. Sou de outro país.

Depois de insistir, ele admitiu:
— Vim da Itália… e fui enviado aqui para te matar. Mas não consegui. Você é diferente do que me disseram.

Lilith, fria, respondeu:
— Eu não sinto nada por você. Vim com um objetivo, e não envolve nós dois. Adeus, Benício.



Capítulo 4 – O Inimigo Invisível

Seguiu seu caminho, mas percebeu um carro a seguindo. Assustada, acelerou o passo. O carro perdeu por alguns instantes, mas reapareceu mais adiante. Dois homens musculosos e armados desceram, aproximando-se. Lilith, com o coração acelerado, fingiu não notar. Dobrou a esquina, desviou, acelerou o passo… e conseguiu chegar ao prédio onde estava hospedada.

Ao entrar, percebeu algo errado: a porta da sala do porteiro estava arrombada. Com cautela, disse o número da delegacia, mas caiu na caixa postal. Guardou o telefone e avançou devagar, analisando o local.

Um pensamento doloroso atravessou sua mente: “Se eu estivesse aqui, nada disso teria acontecido. Minha missão é proteger. E falhei.”

Apesar da culpa, Lilith respirou fundo. Sabia que aquilo era só o começo de algo muito maior.


Thoughts

  • vqueiroz90

    Gostei de como você conectou tudo - a ferida da infância, a escolha de ser policial, a busca por justiça. Ficou uma coisa só.

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  • tresPaginas

    Quando você passa anos procurando um rosto, esquece de viver o tempo presente.

    Permalink
  • tmoreira93

    Benício tipo "vim pra te matar mas desisti" é o pior começo de relacionamento possível, mas tipo, funciona?

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  • sofadasala

    Pra uma menina que já tava magoada demais, ir até Korea investigar rituais é tipo só piorar mesmo.

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  • paginadobrada

    Dante e Olivia aparecem naquela hora. Será que ela sentia que ia precisar deles?

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  • oitoemponto

    Coração no lado direito e ela vive. Que acaso é esse?

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  • meioCapitulo

    Esse homem do beco - depois de tantos anos, você acha que ela ainda vê o rosto dele quando dorme?

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  • marcao77

    A gente fica imaginando: qual era a idade dela naquela noite na tempestade?

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