Essa frase tem uma reflexão muito forte. Eu deixaria mais profunda e poética, mantendo exatamente essa ideia:
E eu, que tantas vezes criei planos na minha mente, imaginei conversas que nunca aconteceram, finais que nunca chegaram e problemas que talvez nem existissem...
Até perceber que algumas das coisas que mais me fizeram sofrer só aconteceram dentro da minha cabeça.
Eu sofri por possibilidades.
Chorei por antecipação.
Me desesperei por coisas que nem tinham acontecido.
Hoje eu entendo que nem tudo merece o meu desespero.
Nem todo silêncio significa abandono.
Nem toda demora significa perda.
Nem toda mudança significa fim.
E nem todo pensamento merece virar uma verdade dentro de mim.
Aprendi a respirar antes de imaginar o pior.
A esperar os fatos antes de criar histórias.
E, principalmente, a não transformar possibilidades em certezas.
Porque às vezes a nossa mente cria tempestades onde a vida ainda nem trouxe uma gota de chuva.
Então, hoje, eu escolho viver o que está acontecendo agora.
O que for para acontecer, acontecerá.
E aquilo que ainda não aconteceu... eu não preciso sofrer duas vezes.
Se quiser, posso transformar isso em um texto ainda mais emocionante para o “Entre a razão e o amor”, com uma abertura bem forte para vídeo.