Entre Recomeços
Às vezes, a vida pede calma,
quando tudo dentro da gente quer correr.
Pede silêncio,
quando o coração só sabe gritar.
E a gente aprende, pouco a pouco,
que nem todo fim é despedida,
que algumas portas se fecham
para que outras possam se abrir.
Eu já tive medo do amanhã,
já chorei por aquilo que não ficou,
mas descobri que, mesmo quebrada,
ainda havia força em mim.
Porque recomeçar não é esquecer o passado.
É olhar para ele e dizer:
“Eu sobrevivi.”
E seguir...
Com novos sonhos,
novas escolhas,
e a esperança de que,
mesmo depois das noites mais longas,
o sol sempre encontra um jeito
de nascer novamente.