Um poema escrito à mão em outubro de 1996 e passado pra cá trinta anos depois me fez pensar em quanta coisa boa ainda está guardada em gaveta por aí. E a cidade nua com alguém descalço pedindo pão continua igual, o que é meio triste. Aposto que esse papel tem outros assim, e seria bom ver eles aqui também.
Leão de Judá
Rei das tribos,
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Um poema escrito à mão em outubro de 1996 e passado pra cá trinta anos depois me fez pensar em quanta coisa boa ainda está guardada em gaveta por aí. E a cidade nua com alguém descalço pedindo pão continua igual, o que é meio triste. Aposto que esse papel
Conteúdo da publicação
Rei das tribos,
Pacificador do mundo,
E, orientador de tudo.
Aqui, estou eu,
Te prescrevendo, e dizendo a todos:
-Ele não morreu!
E, está agora,
Nesta hora, como alguém especial.
Pede atenção neste Natal,
Pois, pode estar nas ruas,
Desta cidade nua,
Descalço, faminto, sozinho.
Ele pede carinho e pão.
Para te dar mais gratidão.
Ele pode estar na zombaria
Dos dias vindouros,
E, nesta poesia,
De um modo simplório.
Pois, Ele é Jesus,
Aquele que nos envolve em luz!!!
Manuscrita em 28 de outubro de 1996, e hoje transcrita para esse site.
#oração #jesuscristo #leãodejudá #música #momentodefé #sensibilidade #verdadeúnica #poesia #diadasecretária
São Paulo, 30 de setembro de 2026
Teka Mendes Castro
Thoughts
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PermalinkAmém 🙏
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PermalinkUm poema escrito à mão em outubro de 1996 e passado pra cá trinta anos depois me fez pensar em quanta coisa boa ainda está guardada em gaveta por aí. E a cidade nua com alguém descalço pedindo pão continua igual, o que é meio triste. Aposto que esse papel tem outros assim, e seria bom ver eles aqui também.
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PermalinkJesus descalço e com fome na rua bem no Natal. Isso pesa mais que muita pregação que já ouvi.
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