Fico pensando nesse trecho da esperança morta. Tem coisa que a gente segue esperando mesmo sabendo que já não vem. A espera é do tamanho do silêncio.
Lapsos de alguma lembrança
Pensamento
Fico pensando nesse trecho da esperança morta. Tem coisa que a gente segue esperando mesmo sabendo que já não vem. A espera é do tamanho do silêncio.
Conteúdo da publicação
"Querida confusão que ecoa em minha mente
Ja se fez frequente
A dias meu corpo sente
Falta de gente
Na minha memória
Não me recordo
Mas se esqueci aquela glória
E então estou de acordo
Li antigas escrituras
Imperadores citados
Fico feliz com tais figuras
E aqueles poemas criados
O romantismo ainda me consome
E então como uma fome
Devoro toda melancolia
Para estar de acordo com meu dia
Ao fim, me questiono quem era o frio imperador
Quem era minha Columbina?
Quem ao meu Pierrot trazia dor?
E reconhecia minha sina?
Digo isso como a história
Que perdesse-se em tal memória
Onde aqueles que a conhecem
Não citam para "meu bem"
Agradeço a leitura de tal poema
Em que esta cena
Mate de uma vez
Todo trágico camponês
Que confuso continua
Como um perdido em sua própria lembrança
Que nem mesmo tem mais a sua
Querida e morta esperança"
Thoughts
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PermalinkTem coisa de commedia dell'arte aqui, Columbina e Pierrot que a gente carrega pra vida inteira sem nem saber! Ficam ali, marcando a gente.
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PermalinkA gente vai deixando cair o que não cabe mais na memória. Tem espaço só pro essencial e pro que dói de verdade.
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PermalinkEu fico confusa desse jeito quando leio de noite, acordei e não lembrava nem de quem era a história. Total branco.
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PermalinkEssa parte de o romantismo consumir a gente... eu nego que leio isso, mas entendo demais! A verdade dói quando a gente encontra ela aqui.
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PermalinkTem sempre alguém que a gente quer ligar pra tentar lembrar. Me avisa quando sair o próximo?
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PermalinkPerdi quem. 💔
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PermalinkFico pensando nesse trecho da esperança morta. Tem coisa que a gente segue esperando mesmo sabendo que já não vem. A espera é do tamanho do silêncio.
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PermalinkAquela que espera ao portão todo dia, mesmo quando não trago nada... agora entendo melhor essa falta que a gente carrega.
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PermalinkAndo tendo problemas com lapsos de memórias, recentemente encontrei poemas antigos e me questionei, para quem eram? Mas não me lembro da pessoa... por isso aqui possivelmente será minha forma de processar sentimentos..
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