Resquícios de nosso ser sempre nos levam a frieza, por não nos tornarmos aquilo que éramos para ser.
Sempre decidimos o pior, sempre decidimos pelo egoísmo, só pelo falso prazer, um prazer momentâneo.
Egoísta ou libertador? Imoral ou Amoral? Qual lhe fará mostrar o seu real você?
O seu real você é sujo, um ser desprezível, que sempre fará de tudo apenas pelo benefício próprio, apenas pelo próprio prazer momentâneo.
Os fantasmas de seus próprios erros te acorrentaram, lhe fazendo lembrar, lhe fazendo remoer por tudo.
As correntes não se quebram, os olhares não somem, tudo que resta é seu ser, nesta escuridão que você mesmo se colocou.
Sabes que a culpa disto tudo é sua, apenas sua.
Sabes o quão errado foi, o quão desgraçado se tornou.
Afundado no próprio limbo, afundado nos próprios remanescentes do seu passado.
Ainda se lembram? Sempre lembrarão.
Ainda se importam? Sempre se importarão.
Apenas o que resta é aceitar que se deixou consumir pela toxicidade da sua mente.
Apenas o que resta é aceitar que sua letal Imoralidade destruiu sua vida.
A culpa disso? Totalmente sua.
O final disso? Consumido por tudo aquilo que mais odiava.
No fim, tentar mudar não adiantou de nada.
No fim, o que sobrou foram apenas fragmentos de sua alma.