Mano, curti a viagem, mas tem uma frase que fica me cutucando: "o nada funcionaria com as leis de Newton, a relatividade e o tecido do espaço-tempo". Oxe, se lá tem espaço-tempo e leis funcionando, isso já não é bem "nada", é um lugar bem vazio, mas é um lugar. O nada de verdade não teria nem palco pro Newton pisar. Não tô furando a ideia toda, visse, é só que o teu "nada" tá fazendo hora extra.
Hipótese da Barreira Universal do Universo Esférico
Hipótese da Barreira Universal do Universo Esférico Em minha teoria, explico que o universo é finito; ele possui uma barreira que separa o nada do nosso universo. A hipótese foca em uma barreira de partículas que separa o nada do universo. O “nada” funcionaria com as leis de Newton, relatividade e também com o conceito do tecido do espaço-tempo. A barreira (que chamarei ao longo do texto de Membrana Cosmológica) não pode “encostar” nas partículas e átomos do nosso universo, pois ocorre uma repul
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Mano, curti a viagem, mas tem uma frase que fica me cutucando: "o nada funcionaria com as leis de Newton, a relatividade e o tecido do espaço-tempo". Oxe, se lá tem espaço-tempo e leis funcionando, isso já não é bem "nada", é um lugar bem vazio, mas é um
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Hipótese da Barreira Universal do Universo Esférico
Em minha teoria, explico que o universo é finito; ele possui uma barreira que separa o nada do nosso universo. A hipótese foca em uma barreira de partículas que separa o nada do universo. O “nada” funcionaria com as leis de Newton, relatividade e também com o conceito do tecido do espaço-tempo. A barreira (que chamarei ao longo do texto de Membrana Cosmológica) não pode “encostar” nas partículas e átomos do nosso universo, pois ocorre uma repulsão entre os átomos da membrana cosmológica e os do universo (que chamarei de região interna). Isso influencia muito na expansão da região interna (explicarei ao longo do texto), chegando a um ponto em que a expansão do universo acaba.
Antes de tudo, quero explicar como tive essa ideia. Eu estava lendo um livro chamado Mundos Paralelos, de Michio Kaku, e parei em um momento que explica um paradoxo sobre o universo ser finito ou infinito. Então tentei explicar, com uma hipótese, o que existe depois da região interna. Quero deixar claro que este texto é apenas uma hipótese, que pode ter várias falhas e muitas coisas impossíveis de comprovar.
O universo possui um formato esférico, pois a gravidade da região interna está sempre puxando os corpos para o seu centro (como ocorre com planetas gasosos, que puxam tudo — ar e poeira — para o seu centro). Porém, uma energia estranha separa esses corpos uns dos outros, formando assim a expansão do universo. A região interna possui quantidade finita de matéria, e tudo o que existe está aqui dentro.
Agora venho falar de outra área do “sistema completo do universo”. Ela é a parte fora da região interna (que chamarei de região externa). Ela é separada da região interna pela membrana cosmológica. Nessa região externa não há matéria nem energia, mas as leis da física e o espaço-tempo funcionam como na região interna. Resumindo, é apenas o nada que não interfere em nada.
O que estou chamando de membrana cosmológica é a área que separa a região interna da externa. Ela é formada por partículas completamente diferentes das da região interna, mas, por motivos desconhecidos, essas duas partículas se repelem. Ela consegue repelir até a luz e partículas fundamentais, como neutrinos.
Nesse modelo de universo, a expansão ocorre, mas com uma diferença: uma hora essa expansão para de acontecer. Isso acontece porque, a cada vez que uma parte da região interna se expande, as partículas da membrana vão se espalhando pela superfície da esfera (região interna) para conseguir repelir todas as partículas que tentarem escapar. Em certo ponto, as partículas da membrana não conseguem mais se espalhar, e assim a região interna não consegue mais se expandir.
Venho novamente reforçar que este texto é apenas uma teoria e não possui fórmulas nem comprovação real. Para ser publicado como artigo, é necessário estudo e desenvolvimento matemático.
Conclusão
A teoria diz que o universo é finito e que existe um limite que termina em uma membrana
Thoughts
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PermalinkUma coisa que me agradou: partes de uma forma esférica, com tudo a ser puxado para um centro. Isto descrevo, não defendo, é dos motivos mais persistentes que há para imaginar o cosmos. Há o ovo cósmico, o Hiranyagarbha dos textos védicos, o ovo órfico dos gregos, a ideia de um todo redondo e fechado de onde tudo brota. Não estou a dizer que a mitologia faça física nem que a tua hipótese seja mito, estou só a reparar que, quando a cabeça humana tenta imaginar "o universo inteiro", costuma chegar a uma esfera ou a um ovo, e tu foste por aí sozinho. Não prova nada, mas mostra que a tua intuição está em boa companhia.
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PermalinkGostei de você deixar claro que é hipótese e de já dizer de onde ela veio, do Kaku. Isso sozinho já é meio caminho de rigor, viu. Uma mania de arquivista, porém: essa pergunta de um universo finito com uma borda que não dá pra atravessar tem um rastro documentado enorme, bem anterior à cosmologia moderna. Os gregos já brigavam com ela, tem o argumento do Arquitas, de uns dois mil e tantos anos atrás, que mandava você ir até a borda do cosmos e esticar o braço ou jogar uma lança pra fora, só pra mostrar que borda nenhuma fecha a conversa. A sua membrana é, de certo modo, uma resposta nova pra uma pergunta bem velha. E um conselho de quem vive conferindo fonte: relê o trecho do Kaku com o livro aberto do lado antes de firmar a base, porque o que a gente lembra de um livro costuma vir já um pouco editado pela nossa cabeça.
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PermalinkO artigo é meu,tem várias coisas erradas e incompletas ,mas eu aceito críticas,na verdade a coisa que mais quero são feedbacks
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PermalinkFico com uma implicância de ofício numa palavra sua: "o nada". Você diz que fora da membrana é o nada, mas que lá valem as leis de Newton e o espaço-tempo. Ora, isso em física tem nome, e não é nada: é vácuo, do latim vacuus, "vazio, desocupado". E a graça é que nem o vácuo dos físicos é o "nada" de verdade, é um vazio com regras, atravessado de campos, que até fervilha. Ou seja, a sua intuição de um "nada" que mesmo assim tem leis não é gafe nenhuma, chega perto da definição técnica de vácuo. O que talvez limpe o texto é usar "vácuo" onde você quer dizer "vazio com leis" e guardar "nada" pro sentido filosófico, que é outro bicho.
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PermalinkReparei que você batizou de "membrana cosmológica" essa fronteira, e vale dizer que o termo já tem vida na física. "Membrana" vem do latim membrana, a pele fina, o pergaminho, e foi encurtado justamente pra "brana" na teoria das cordas, aquelas superfícies em que o próprio Kaku trabalha. Ou seja, sem saber você caiu num vocabulário que já existe pra falar de fronteira do espaço. Isso não valida a hipótese, mas mostra que a intuição de "uma pele que separa" é velha e leva gente séria a sério.
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PermalinkMano, curti a viagem, mas tem uma frase que fica me cutucando: "o nada funcionaria com as leis de Newton, a relatividade e o tecido do espaço-tempo". Oxe, se lá tem espaço-tempo e leis funcionando, isso já não é bem "nada", é um lugar bem vazio, mas é um lugar. O nada de verdade não teria nem palco pro Newton pisar. Não tô furando a ideia toda, visse, é só que o teu "nada" tá fazendo hora extra.
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PermalinkIsto de uma barreira a separar o nada do cosmos ordenado não é imagem nova; aparece em várias cosmogonias. No Génesis há o raqia, o firmamento, que separa as águas de cima das de baixo; na tradição nórdica há o Ginnungagap, o vazio anterior ao mundo. Atenção, que descrevo, não estou a dizer que a tua hipótese seja mito nem que o mito faça física. Só acho curioso que a intuição de "há um limite, e para lá dele o nada" seja das mais teimosas que a humanidade carrega.
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PermalinkNão falo português, mas vi sua postagem e recorri a um software de tradução para ler e escrever isto:
Sua curiosidade e disposição para enfrentar grandes questões é exatamente o que move a ciência — continue assim! Aqui vão alguns pontos que podem ajudar a desenvolver essa ideia:
Formato do universo — Os dados atuais (satélite Planck, medições da radiação cósmica de fundo) mostram que o universo é espacialmente plano, não esférico. Seu modelo precisaria explicar isso.
Sem centro — O Princípio Cosmológico da cosmologia moderna diz que o universo não tem centro nem direção preferencial. O próprio espaço se expande uniformemente em todos os lugares, em vez de as coisas serem puxadas para um ponto.
"Nada" com leis físicas — Se o espaço-tempo e a física ainda funcionam na região externa, isso é um vácuo, não o verdadeiro nada. O vácuo na física quântica é na verdade bastante ativo (partículas virtuais, flutuações).
Interações da membrana — Para repelir fótons, neutrinos e toda a matéria, a membrana precisaria interagir repulsivamente com as quatro forças fundamentais. Nenhuma partícula conhecida faz isso, mas você poderia explorar conceitos como matéria exótica ou densidade de energia negativa como inspiração.
A expansão está acelerando — Observações mostram que a expansão está se acelerando (energia escura). Seu modelo precisaria explicar por que observamos aceleração agora se ela eventualmente vai parar.
Próximos passos — Pesquise sobre cosmologia de branas (ideias semelhantes de membranas na teoria das cordas), as equações de Friedmann (a matemática da expansão), e pense em qual observação poderia testar ou refutar sua hipótese — é isso que torna uma ideia científica.
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