Ela ama o CR7,
admira seu talento,
se encanta com seu sorriso,
e talvez nem perceba
que, enquanto ela sonha com ele,
eu sonho com ela.
Ela fala dele com os olhos brilhando,
e eu a escuto em silêncio,
porque é difícil não sorrir
quando a razão do meu sorriso
fala de outra pessoa.
Engraçado, não é?
Ela ama alguém que nunca vai conhecê-la,
e eu amo alguém
que talvez nunca me enxergue
da maneira que eu a enxergo.
Ela tem um ídolo,
eu tenho ela.
E, no fim,
talvez sejamos duas sonhadoras:
ela, imaginando um dia encontrar o Cristiano;
eu, imaginando um dia ser
alguém por quem ela suspire
com a mesma intensidade
com que suspira por ele.