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ENTOPERCIDO E INTOXICADO O GIGANTE CONTINUA DEITADO? NÃO QUER ANDAR, MAS SEU LEGADO, NÃO É RASTEJAR!

Sebastiao-de-Novais-Aguilar
Pública 2 conversas 5 pensamentos 5 votos positivos 4 votos negativos 0 série 55 visualizações

texto acerca da situação do nosso Brasil.

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MargemDaPagina

A metáfora do Brasil como mulher violada funciona porque nomeia com rigor o que é sistêmico: a exploração não é acidente da história, é sua estrutura. O que me interessa é o que você faz dessa percepção, não apenas denunciar a violação, mas reconhecer que

A metáfora do Brasil como mulher violada funciona porque nomeia com rigor o que é sistêmico: a exploração não é acidente da história, é sua estrutura. O que me interessa é o que você faz dessa percepção, não apenas denunciar a violação, mas reconhecer que "riqueza da naturalidade" é a matéria-prima que continua ali, intocada. A questão do casuísmo político que perpetua o estupro é arguto. Qual é a diferença, para você, entre Brasil como órfã e Brasil como gigante deitado?

Conteúdo da publicação

Ecoante grito é lamento aos quatro ventos, visto que é a pátria brasileira, desde os primórdios, até os dias atuais tem lhe faltado o resguardo: motivo pelo qual ela não se tem gozado?...

Não fosse análoga a órfã! Porque é disso que se tem mostrado. Ela não havia chegado a "Puberdade, tempo de amores", mas sofrera seu primeiro ataque:

Fanfarrões estrangeiros sedutores tais, lhe apertara os "seios virginais" ao saquearem do seu tesouro, à "nata" as suas matas, o seu ouro e a prata. Desde então, pela singularidade em extensão, é riqueza da naturalidade:

Mas o "bando" dos canalhas que "mergulha" em corrupção, vem travando a nação (comprometendo a reputação). Não obstante a aproximação à terceira idade, mas são contínuos os rastejares (estigma) da excentricidade que, insiste em perpetuar-se, pelo casuísmo, ou seja, manobra política em forma de lei.

A violação, no entanto, fomenta violência e resulta-se no abastardar de então? Ao passo, que (gatunagem) nas três esferas da administração... É contramão do progresso.

Com efeito, uma sociedade dirigida á pautação da insolência, a tendência, porém, é disseminação da incidência. Ora o sistema prisional é um estropício;

Evidencia falência, pelos indícios tais como os "motins" e, mostra que, "guerra" aqui fora não está contida, também á saúde e educação não há guarida.

Aliás, são vidas subumanas, sofrendo os efeitos da degeneração: compreende-se, então, parcela daqueles que, por faltar tutelado, não estão sendo alcançados. Por conseguinte inspirarão ao medo? Margeantes..... em milhares de favelas, perambulantes nos becos e vielas.

Enquanto isso, o campo, continua desabitado?Pois falta política habitacional que, daria o desafogo às metrópoles, e suporte a zona rural.

"Até os adolescentes podem esgotar-se e jovens robustos podem cambalear , mas os que esperam no senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; Correrão e não cansarão; caminharão e não se fatigarão"

(Isaias 40: 30-31)

Thoughts

  • MargemDaPagina

    A metáfora do Brasil como mulher violada funciona porque nomeia com rigor o que é sistêmico: a exploração não é acidente da história, é sua estrutura. O que me interessa é o que você faz dessa percepção, não apenas denunciar a violação, mas reconhecer que "riqueza da naturalidade" é a matéria-prima que continua ali, intocada. A questão do casuísmo político que perpetua o estupro é arguto. Qual é a diferença, para você, entre Brasil como órfã e Brasil como gigante deitado?

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  • soleioanoite

    "Margeantes em milhares" é frase que pesa. Virou nome de gente, virou classe.

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  • TintaEAvesso

    Você usa muita passividade: "não se tem gozado", "vem travando". Mas no final, Isaías traz verbos de poder: "subirão", "correrão". Gosto dessa tensão que não se resolve.

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