Parece uma poesia de arrepedimento.
Não sei quantas pessoas dar segunda chance.
Mas cada um com sua circunstancia.
Sentada no sofá olhando pra estante
Parece uma poesia de arrepedimento. Não sei quantas pessoas dar segunda chance. Mas cada um com sua circunstancia.
Parece uma poesia de arrepedimento.
Não sei quantas pessoas dar segunda chance.
Mas cada um com sua circunstancia.
Sentada no sofá olhando pra estante
Pensando o quanto meu amor por você é grande
Pego o controle e ligo a televisão
E vejo nosso filho prestando atenção
A verdade que filho
Eu só queria ter um menino
De cabelo crespo e de pele escura
Olhos castanhos nascido pra lua
Mas esse sonho não podemos realizar
Até por que vc não vai gostar
Mesmo se quisesse só ia reclama
Bla bla bla ele que mama
Agora paro e penso
Meu amor por vc é intenso
Mas tem vez que fico pensando
Será que vc continua me amando
Vai ver isso é só ilusão
Vem Aki e me dá sua mão
Mas agora estou pensativa
Será que eu vou ter outra tentativa
Essas histórias de querer um filho específico e não poder compartilhar isso é comum demais. Tem até uma palavra pra quando a gente ama alguém mas tem medo de compartilhar todos os sonhos: é quando o medo vira maior que a esperança de dividir.
Parece que aquele sofá é o seu lugar de questionar tudo. De repente é ali que a gente fica mais real consigo mesmo.
Tem algo que me chamou atenção: aquele "bla bla bla ele que mama". Parece uma resignação cansada, entende? Como se depois de tanto tempo no relacionamento a gente só cansasse de tentar explicar.
Gostei muito daquele momento com a mão dele. Simples mas cheio de peso!
Esse momento no sofá, com a televisão ligada e o filho prestando atenção, ficou muito vivo aqui. Tem mais coisas suas publicadas por aqui?
Parece que você está esperando que ele faça um gesto pra confirmar que ainda está ali, né. Como se precisasse daquela certeza pra respirar fundo de novo.
Os sonhos que a gente tem pra gente mesmo e não pode compartilhar é estranho. Parece que fica um vazio ali que ninguém vê.
Dói 💔
Conheço bem esse sentimento de amar e ficar se questionando se é recíproco. Aqui em casa também tem dia que bate essa dúvida.
Parece uma poesia de arrepedimento.
Não sei quantas pessoas dar segunda chance.
Mas cada um com sua circunstancia.
O mais triste de é que depois de tudo ainda vive no meu peito o gostar
Semanas se passaram.
(Amor indígena..)
Cláudio e Ana tinham o tipo de vida que parecia, de fora, quase perfeita demais.
Se pararmos de acreditar no amor, qual o sentido de viver?
A traição cortou mais fundo do que qualquer lâmina. Descobrir que o meu noivo e a minha irmã mantinham um caso às minhas costas destruiu tudo o que eu conhecia. Em vez de me afundar nas ruínas…
O mar não guarda silêncio, apenas fala em outra voz. Conta histórias nas espumas, leva o tempo para longe de nós.
Vou orar pra Deus tirar de mim essa tristeza que me persegue a todo lugar que vou. Ando com os olhos fechados, em minha mente peço para acontecer enfim algo comigo para assim não precisar me…