Acho que o eu-lírico é Deus.
Na última palavra “Netuno” as letras maiúsculas formam a palavra “eu”. Quebrando logo as primeiras linhas aonse se afirma não haver vida. Mas se bem que ele não é uma planta ou e nem um animal.
De qualquer forma, ele consegue existir em meio ao caos e a falta de vida de qualquer jeito, igual uma divindade. Acho que ele analisa a Terra, observando como ela é sem o afeto, o abrigo, a calma e outros fatores mencionados.
Gostei. Trás uma questão muito interessante: nós vivemos simplesmente por fatores biológicos ou será que se vive a vida por conta dos amores também?