Pular para o conteúdo
Carregando…

Capítulo 6: Amargo como mel.

marryhelp

Conteúdo da publicação

Não vou mentir, foi difícil escrever esse capítulo. Eu estou muito cansado nesses últimos dias, e confesso que estava delongando para escrever esse capítulo, por vários motivos que prefiro não comentar.

Quando Ouviram o bater da porta, Phillips e Constance se olharam. Minha mãe jura que meu pai esboçou um rosto de desgosto, vendo que, provavelmente, seria obrigado a ser um anfitrião e seguir a etiqueta, e socializar com pessoas de fora.

— Miss Murdock, poderia checar quem está batendo na porta?

Constance acenou com concordância.

Ela andou em direção a porta e olhou pelo olho mágico.

Um homem de terno cor de areia com uma gravata vermelha esperava na porta. Sua fisionomia era quadrada, com um maxilar duro, seus olhos eram azuis cinzentos, que transmitiam calma. Seu cabelo estava perfeitamente arrumado com brilhantina, parecia um homem afortunado.

Atrás do sujeito, um Ford modelo A preto estava estacionado na frente do portão com letreiro.

Constance resolveu abrir a porta.

O Homem pareceu ficar surpreso quando abriu, mas logo se recompôs é deu um sorrio simétrico e branco.

— Aqui reside o Mr. Winterboure?

— Sim. E eu poderia saber quem é o senhor? — perguntou Constance, desconfiada.

— Henry Honeypenny, prazer em conhece-la.

Ele estendeu a mão. Com hesitação, Constance estendeu sua mão, Henry pegou sua mão e a beijou.

Constance ficou vermelha como seu cabelo.

— Henry Honeypenny, nunca ouvi esse nome por aqui, se mudou a pouco tempo para cá?

Apareceu Phillips atrás de Constance, ele não parecia muito feliz com esse gesto, segundo minha mãe.

— Ah, sim! Eu e minha família nos mudamos a duas semanas para cá, nossa casa fica a poucos quilômetros daqui, e o senhor deve ser o Mr. Winterboure, certo?

Ele estendeu a mão a Phillips. Meu pai olhou sua mão, depois direcionou o olhar para Henry, e volta a olhar a mão dele. Ele estendeu a mão e cumprimentou.

Em seguida, Henry entregou-lhe um cartãozinho branco. Na parte de cima estava escrito “The Honeypenny”, Phillips virou, em baixo estava escrito o endereço e o telefone fixo.

— Vou ficar muito contente em recebê-los em minha residência — Sorriu com seus dentes simétricos. Foi um prazer conhecê-lo e sua esposa.

Constance ficou vermelha novamente.

— N-não sou esposa do Mr. Winterboure, sou apenas a governanta — Respondeu Constance envergonhada.

— Ah. Dizia Henry, enquanto seu sorriso diminuía.

— Bem, obrigada pela visita Mr. honeypenny, mas se me der licença, tenho coisas pessoais a resolver. Dizia ele, com sua fisionomia impassiva.

Entretanto Constance disse que meu pai apertou levemente as mãos com o comentário.

— Sem problemas. — Então ele saiu da porta de nossa casa e foi embora com o carro.

— Não gostei dele. — Phillips entrega o cartão á Constance enquanto diz isso.

— Porquê? O Mr. Honeypenny parece um homem cordial e respeitável. Ok que ele se precipitou dizendo que eu era sua esposa e possuía algumas atitudes estranhas, mas não vejo nenhum mal.

— Mesmo assim não confio. Não tenho bons pressentimentos com ele.

Estendeu-lhe o braço a Constance.

— Me acompanharia para o lado de fora novamente? Tenho receio de que as crianças estejam fazendo algo que não devem.

Constance aceitou.

Publicações relacionadas

Pública 0 conversa 0 pensamento 2 votos positivos 0 voto negativo 1 série

Não vou mentir, foi difícil escrever esse capítulo. Eu estou muito cansado nesses últimos dias, e confesso que estava delongando para escrever esse capítulo, por vários motivos que prefiro não…

Em séries

Em grupos