Égua, tu botou senha, ícone e controle remoto no meio dos girassóis. Li isso como a balbúrdia do título: o amor misturado com as coisas da casa, do celular, do dia corrido.
BALBÚRDIA DO DIA A DIA
Pensamento
Égua, tu botou senha, ícone e controle remoto no meio dos girassóis. Li isso como a balbúrdia do título: o amor misturado com as coisas da casa, do celular, do dia corrido.
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BALBÚRDIA DO DIA A DIA
Mesmo que um jardim não tenha cor, nenhuma flor viverá só, "rouxinóis” voam em bemóis, nós que desatam o mal, a despetalar por entre os lençóis, cores quentes como os girassóis, enfim, a sós!
O sol acolhedor brilha para todos, o bem, o mal, todos os dias, se fundem pelos abismos da vida, claro que não irás morrer, porque o amor é eterno. Uma vez injetado fica eternizado nos ditos dutos distais e proximais dos sentimentos.
Alegria e pesares aos pares já diluídos numa só unidade, qualidade nobre da sorte, sempre sobra um, para formar dois daquele amor que pereceu em plena luz do dia que iluminou a luz do coração.
Formatar um corpo na configuração do prazer! É um ícone natural, clica, aperta, verás o calor que molha ao invés da secura da interrogação, toques de cura na curva sinuosa é essencial, o vendaval da paixão.
Ao sair do casulo por um caso, causa ardores desembaçados e desembaraçados, basta um beijo pra incentivar o incêndio, onde ninguém pode enxergar a não ser os envolvidos, visse?
A poeira vai baixando, tudo vai virando poesia, primazia misturar e contemplar, eu te amo com “I love you”, no quesito bem querer, não existe vice para ocupar o espaço do titular. A vida é um lar perfeito, uns bem arrumados no asseio da ternura, outros em colapso na balbúrdia do dia a dia.
Depois de tudo, é vento na cara e muita água para hidratar a alma, assim, nem o amor, nem a poesia secam e se perdem pelos cosmos do universo. Nem todos os versos têm a cor do girassol, o pensamento acompanha o momento da lucidez quando a inspiração vai em direção a algum coração.
O coração tropical, se dá bem onde o gelo cobre as muralhas da essência deu sinais com vozes vibrantes, alto-falantes nos roseirais, enquanto o amor existir, pétala nenhuma cairá mais, o segredo, é segredo.
A senha, sonha em ser chamada pela numerologia alpha de afeto que se vai no rio, transitando no tempo até desaguar na fonte sagrada onde as águas salgadas já não existem mais. Controle-se porque no terremoto não tem controle remoto.
Enfim, amanheceu, eis aí um novo dia, o sol ainda um pouco sonolento tem a missão de queimar com carinho à distribuir o “violeta” sem distinção basta vivo estar.
@Pietrodeluccapoeta✒️📝🖋️
Escritor, Poeta, Contista e Cronista
Athelier das Letras - Selo 444®
https://pietrodeluccapoeta777.substack.com
pietrodeluccapoetanarcisosilva.blogspot.com
Thoughts
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PermalinkÉgua, tu botou senha, ícone e controle remoto no meio dos girassóis. Li isso como a balbúrdia do título: o amor misturado com as coisas da casa, do celular, do dia corrido.
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PermalinkA noite inteira cabe aí dentro: abre num jardim sem cor e fecha com o sol ainda sonolento. Fiquei com a impressão de que você foi escrevendo até clarear.
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Mesmo que um jardim não tenha cor, nenhuma flor viverá só, "rouxinóis” voam em bemóis, nós que desatam o mal, a despetalar por entre os lençóis, cores quentes como os girassóis, enfim, a sós!