fred vendo sangue e virando pálido enquanto tá cercado de soldado é tenso demais pra mim
Âncoras
Capítulo 2 - Não Solte
In groups
Pensamento
fred vendo sangue e virando pálido enquanto tá cercado de soldado é tenso demais pra mim
Conteúdo da publicação
Capítulo 2 - Não Solte
Cinco dias depois
Adrian fechou a porta de casa sabendo que talvez passassem meses até atravessá-la de novo.
Não olhou para trás.
A rua já fervilhava quando ele saiu. Duas crianças passaram correndo entre as pernas dos transeuntes, perseguindo um pião de lata que batia contra o metal do chão. Mais à frente, numa esquina, uma fila silenciosa de Engraxados esperava a vez diante de uma cabine de metal - trocando horas de trabalho extra por tempo de Relógio, o rosto de cada um carregando o mesmo misto de esperança e cansaço.
Dois soldados arrastavam um homem pelos braços para fora de uma oficina, o sujeito gritando algo sobre uma dívida que não era dele. Ninguém parou para olhar por muito tempo. Já era paisagem.
Adrian passou por um cartaz colado na parede de ferro - um Âncora de traje completo, punho erguido, a frase NÓS DESCEMOS PARA QUE ELA PERMANEÇA ACIMA estampada abaixo em letras grossas - e ficou um segundo a mais do que devia observando aquilo, até quase esbarrar num homem carregando uma caixa de ferramentas.
Adrian se pegou olhando para tudo aquilo com atenção maior do que o normal - como se estivesse tentando guardar cada detalhe antes que fosse tarde demais para guardar qualquer coisa.
O salão de instrução recebia os recrutas sob o teto abobadado de vigas de ferro. Adrian encontrou espaço na terceira fileira.
As portas do fundo se abriram com estrondo. O silêncio caiu antes mesmo de o homem terminar de entrar.
O sargento Aldric Voss atravessou o salão em passos medidos, a cicatriz de queimadura puxando a pele do maxilo. Parou no centro. Bateu o punho fechado duas vezes contra a própria coxa.
- Vocês passaram nos exames físicos. No combate corpo a corpo. No manejo de armas. A prova escrita importa menos do que pensam. Papel não segura ninguém vivo lá embaixo.
Caminhou entre as fileiras.
- Procurávamos uma mente que não quebra fácil. Músculo, a superfície destrói em minutos. Mente fraca, ela destrói antes mesmo do traje ser vestido.
Parou de novo, de frente para o grupo inteiro.
- Vocês são Âncoras. Não são heróis. Não são lendas. Não são feitos de aço, nem imortais. São engrenagens que mantêm Nova Arcádia acima de tudo.
Ergueu a mão direita, aberta.
- Repitam comigo.
O salão inteiro ergueu a mão junto.
- Eu juro proteger Nova Arcádia com meu corpo, minha mente, e se necessário, com minha vida.
As vozes se sobrepuseram, ainda desalinhadas.
- Eu desço para que ela permaneça acima.
Voss fechou a mão em punho e bateu duas vezes contra o próprio peito esquerdo. A mão abriu-se em seguida, descendo lentamente até apontar para o chão. Quarenta recrutas repetiram o gesto ao mesmo tempo, o som de punhos batendo contra peitos ecoando pelo salão.
- Soldado Reyk vai mostrar onde vocês ficarão alojados.
Saiu sem esperar reação.
O corredor do alojamento cheirava a tinta nova. Adrian encontrou seu nome na placa da porta, ao lado de outros quatro, e quando entrou, uma moeda já girava no ar.
Um sujeito enorme, ombros largos o suficiente para quase tocar as bordas da porta, cabelo preto curto, pegou a moeda no ar sem olhar.
- Coroa de novo. - Abriu um sorriso largo na direção de Adrian. - Marco Diaz. Beliche de baixo é meu, oficialmente, por direito divino da sorte.
- Não existe direito divino de moeda, Marco - disse um rapaz magro, sentado com um livro grosso aberto no colo, sem erguer os olhos.
- Existe sim, Fred. Você só não acredita porque perde toda vez que eu chamo pra apostar.
- Eu não aposto porque é estatisticamente idiota, não porque tenho medo de perder. - Fred finalmente ergueu os olhos, ajustando os óculos tortos. - Frederick Mason. Pode chamar de Fred. Todo mundo chama, eu só nunca escolhi isso.
No canto oposto, um rapaz de cabeça raspada e pele morena estava sentado no chão, as costas contra o beliche vazio, girando um pedaço de papel dobrado entre os dedos.
- Dorian Fontaine - disse, sem se levantar, erguendo a mão num aceno curto. - Ignora esses dois. Fazem isso o dia inteiro. Já pensei em pedir transferência de quarto duas vezes hoje.
- Mentira - disse Marco.
- Totalmente mentira - confirmou Dorian, sorrindo.
- Adrian Keller.
- Beliche de cima é seu, então - disse Marco, apontando com o queixo. - A não ser que prefira decidir na moeda.
- Vou confiar em vocês dessa vez.
- Erro grave - disse Fred, sério, como se fosse um aviso de verdade, e Dorian riu baixinho do canto, sem erguer os olhos do papel dobrado.
Foi nesse momento que um ombro bateu contra o de Adrian com força suficiente para empurrá-lo um passo para o lado.
- Com licença - disse o homem, sem soar nem um pouco como pedido de desculpa.
Adrian reconheceu o rosto antes mesmo do nome vir à mente.
- Você - disse Mathias, parando.
- Faz tempo.
- Não o suficiente.
Mathias jogou a mochila sobre o beliche de cima, ao lado do de Adrian, sem mais uma palavra. Marco olhou de um para o outro, sentiu a tensão, escolheu não perguntar - só ergueu as sobrancelhas para Dorian, que respondeu com um dar de ombros quase imperceptível.
- Mathias Muller - disse Fred, baixinho, como quem completa uma ficha só para si mesmo. - Segundo lugar no físico. Achou que devia ter sido primeiro.
- Ouvi isso - disse Mathias, sem se virar.
- Era pra ouvir.
As luzes a vapor piscaram uma vez, depois apagaram por completo.
Ninguém falou. No escuro, Adrian ouviu apenas a própria respiração, e o som distante de engrenagens continuando a girar em algum lugar, indiferentes.
As luzes voltaram cinco segundos depois, com um zumbido baixo.
Fred nem tinha erguido os olhos do livro.
- Isso acontece sempre? - perguntou Marco, a voz um pouco mais fina do que de costume.
- Só quando alguém morre - respondeu Mathias, já tirando as botas, como se tivesse dito a hora do dia.
Ninguém riu daquela.
Os passos pesados no corredor chegaram antes da porta se abrir sem batida. Três veteranos entraram, um deles carregando dois baldes de água que pingavam pelo chão.
- Levanta, levanta, levanta! - gritou o mais alto, batendo a mão contra a estrutura do beliche de Marco. - Achou que ia dormir tranquilo na primeira noite, engrenagem nova?
Marco caiu da cama rindo alto, o tipo de riso grande demais para o tamanho do susto. Fred fechou o livro com um suspiro resignado. Mathias levantou-se em silêncio, a mandíbula já travada de ódio por ser pego de surpresa.
- Corredor. Vinte flexões. Quem terminar por último carrega os baldes.
Fizeram as flexões lado a lado, o chão gelado contra as palmas das mãos.
- Vinte é pouco pra você, Diaz - provocou um dos veteranos, batendo o pé perto da cabeça de Marco. - Achei que Engraxado aguentava mais.
- Aguento fácil - respondeu Marco, já ofegante na décima segunda.
- Duvido muito - disse Dorian, ao lado, sem parar o próprio ritmo.
- Cala a boca, Fontaine, e conta as suas.
No meio da décima, o punho de Adrian escorregou e bateu com força contra a quina de metal do rodapé, abrindo um corte pequeno nos nós dos dedos. O sangue pingou, escuro, sobre o piso claro.
- Merda - murmurou Adrian, sacudindo a mão.
Fred, ao lado, parou no meio de uma frase sobre coeficiente de atrito que ninguém tinha pedido, os olhos fixos na mancha vermelha no chão. Ficou pálido de um jeito repentino, quase cômico se não fosse tão genuíno, e sentou-se sobre os próprios calcanhares, a respiração mudando de ritmo.
- Fred? - chamou Marco, esquecendo a própria contagem. - Ei, olha pra mim, não pra isso.
- Você tá bem? - perguntou Adrian.
- Eu... - Fred engoliu em seco, os olhos ainda longe da mancha. - Não gosto disso. De sangue. Não é... não é importante.
- Achei que você soubesse tudo - provocou Marco, ainda ofegante, mas segurando o braço do amigo com um cuidado inesperado para ajudá-lo a se levantar.
- Sangue não é uma equação - respondeu Fred, a voz ainda um pouco fraca. - Não dá pra estudar isso até parar de incomodar.
- Chega de choro - cortou o veterano, satisfeito com a bagunça, apontando para um pequeno armário de suprimentos trancado no fim do corredor. - Aposto uma semana de sobremesa que nenhum de vocês, engrenagens, consegue abrir isso sem a chave.
- Aceito - disse Marco na hora, sem ter a menor ideia de como faria aquilo.
Foi um gesto quase automático. Dorian já estava ajoelhado diante da fechadura antes mesmo de decidir conscientemente se aproximar, um grampo qualquer tirado sabe-se lá de onde girando dentro do buraco da fechadura com uma delicadeza que não combinava com o resto dele. Um estalo seco. A porta se abriu.
Silêncio.
- Como é que você... - começou Marco, olhando de Dorian para o armário aberto, o queixo praticamente caído.
Os três veteranos olharam para ele também. Dorian percebeu tarde demais o que tinha acabado de revelar, e o sorriso de sempre ficou um pouco mais rígido no rosto.
- Sorte de principiante - disse, fechando a porta de novo depressa, evitando olhar para qualquer um, inclusive para Marco, que continuava encarando com uma pergunta óbvia demais para precisar ser dita em voz alta.
Ninguém perguntou onde ele tinha aprendido aquilo. Mas ninguém esqueceu.
Voss apareceu pouco depois, ainda com os quatro reunidos no corredor.
- Sentido.
A postura de todos endureceu instantaneamente.
- Amanhã, missão de reconhecimento. Nada além disso. Recolher amostras de solo. Mapear estruturas visíveis. Sem exploração além do protocolo.
Consultou a prancheta.
- Diaz e Fontaine, com o comandante Reyes. Mason vai com o esquadrão do capitão Vogel. - Ergueu os olhos para os dois últimos. -Muller e Keller, com o comandante Hollis. Primeira descida de vocês dois, juntos.
O som das botas de Voss sumiu pelo corredor.
- Reconhecimento - repetiu Marco, sentando-se de novo na beirada do beliche, a voz um pouco alta demais, um pouco rápida demais. - O que será que existe lá embaixo de verdade, hein?
- Estruturas colapsadas, provavelmente resquícios de zonas urbanas pré-guerra - disse Fred, já recuperado, como se completasse um pensamento antigo. - Se a radiação seguiu o padrão que os registros sugerem, deve haver bolsões inteiros ainda preservados pela sombra de estruturas maiores.
- Ninguém perguntou isso com essas palavras.
- Alguém sempre pergunta. Só ninguém nota.
- O cara que voltou louco alguns dias atrás - disse Marco, a voz baixando, o sorriso escorregando por um instante antes de voltar ao lugar à força - gritava que a gente não era humano. Será que viu alguma coisa lá embaixo?
- Bobagem - cortou Mathias, sem erguer os olhos do próprio equipamento. - É só história pra assustar recruta.
Adrian reparou - porque reparar era algo que ele fazia sem esforço, quase contra a própria vontade - que as mãos de Marco, apesar do riso, não paravam quietas, girando a moeda rápido demais, sem realmente jogá-la.
- Eu só espero não fazer merda lá embaixo - disse Dorian, baixinho, ainda evitando olhar para o armário destrancado no fim do corredor.
O hangar sul, na manhã seguinte, cheirava a óleo quente. Adrian e Mathias vestiram os trajes lado a lado, em silêncio quase hostil, enquanto o comandante Hollis verificava lacres com disciplina mecânica.
- Nervoso? - perguntou Hollis, puxando a última fivela do traje de Adrian.
- Um pouco - respondeu Adrian.
- Mentira decente, pelo menos admitida.
Entraram no Casulo junto com Bruck. As portas se fecharam com estrondo, e as correntes começaram a se mover.
O Casulo balançou de leve, depois mais forte, um tranco seco que fez Mathias segurar a alça de apoio com as duas mãos.
- Isso é normal? - perguntou Adrian.
- As correntes se ajustam ao peso conforme descemos - respondeu Hollis, sem se virar. - Sente. Não vai cair.
Ninguém falou pelo resto da descida.
A porta se abriu sobre uma névoa cinzenta e densa. O cheiro metálico e adocicado do ar filtrado se infiltrou mesmo através do traje.
Uma silhueta ereta surgiu entre os destroços à esquerda.
Adrian travou.
- Ali.
Hollis ergueu a mão. Todos pararam.
Caminhou até a forma e bateu com a lanterna. Som oco. Uma viga retorcida.
- Vocês vão ver muita coisa aqui que parece ser outra coisa - disse. - O desconhecido é o primeiro inimigo de vocês.
O som veio então - agudo, fino, cortando a névoa.
- Silêncio.
Todos congelaram. Depois, mais longo. Hollis manteve a mão erguida por um instante longo demais antes de relaxar os ombros.
- Vento.
- Daqui pra frente, dividimos. Bruck, norte. Eu fico no sul. Mathias, leste. Adrian, sudeste. Quarenta minutos. Dois toques na corda se algo der errado.
Os quatro se separaram na névoa.
Adrian trabalhou depressa - solo, mapa, avançar - mas os olhos não conseguiam ficar parados. A cada estrutura semi-colapsada que via de relance, o corpo puxava na direção dela antes que a cabeça terminasse de decidir se valia a pena olhar.
Encontrou os restos do que talvez fosse um pequeno galpão, a estrutura ainda de pé em parte, uma abertura escura na lateral funda o suficiente para a luz da lanterna não alcançar o fundo. O protocolo dizia para marcar e seguir. Adrian deu dois passos a mais na direção da abertura antes de perceber o que estava fazendo.
Parou.
Espiou mesmo assim, o coração batendo mais rápido do que o necessário para uma simples olhada. Não havia nada além de escuridão e o eco abafado da própria respiração. Ainda assim, quando finalmente se afastou para marcar a posição no mapa, sentiu algo parecido com decepção.
Não viu o que aconteceu com Mathias.
Cinquenta metros a leste, algo brilhava fracamente sob uma placa de metal caída. Mathias se aproximou, afastou os destroços com a bota, e reconheceu a forma antes mesmo de conseguir acreditar no que via.
Esticou o braço. O cabo travou contra o corpo.
Olhou para o objeto. Olhou para o cabo esticado.
Destravou o gancho.
O cabo caiu ao chão, engolido pela névoa.
Pegou aquilo, o peso frio e real na mão mesmo através da luva, e foi nesse instante que o cronômetro em seu pulso vibrou — o aviso final.
Correu.
No ponto de encontro, Hollis contava os segundos.
- Trinta. Vinte.
Bruck já estava ali. Adrian também, o coração acelerando ao perceber a ausência.
- Onde está o Muller?
As portas do Casulo começaram a se mover.
- Fecha! - gritou Hollis para o operador interno, mesmo com os olhos presos na neblina.
Uma silhueta rompeu a névoa, correndo.
- Ele não vai chegar - disse Bruck, baixo.
Adrian não pensou. Atirou-se contra o vão estreito que ainda restava entre as portas, uma mão segura na estrutura interna, a outra esticada para fora.
- Vem!
Os dedos de Mathias se fecharam em torno do pulso de Adrian no exato instante em que as portas se tocaram atrás dele. Os dois caíram juntos no chão de metal, Mathias ofegante, algo preso com força na mão fechada.
Hollis se aproximou e arrancou o objeto dos dedos dele.
Olhou.
Silêncio.
- Um revólver.
A palavra pousou no espaço apertado do Casulo com um peso que nenhum grito conseguiria igualar.
Mathias não respondeu. A respiração ainda vinha em golfadas curtas, o rosto suado, os olhos evitando os de todos ali dentro.
A subida foi silenciosa por um bom tempo.
- Sabe o que separa um Âncora de alguém que só sobrevive por sorte, Muller? — disse Hollis, finalmente, a voz baixa, cansada. — Disciplina. Você tem força. Tem instinto. Mas se não aprender a controlar essa vontade de provar alguma coisa a si mesmo, vai ser a própria vontade que vai te matar, não a superfície.
Mathias não respondeu. Os olhos, fixos num ponto qualquer atrás de Hollis, brilhavam com algo que não era exatamente vergonha, mas chegava perto.
Ninguém mais falou até o Casulo parar.
De volta ao hangar, depois dos trajes removidos, depois de Hollis se afastar para registrar o relatório, uma mão fechou-se em torno do braço de Adrian, puxando-o para o vão estreito entre duas estruturas de metal, longe dos olhos de qualquer um.
Mathias o encarou de perto, a respiração ainda pesada.
- Você não viu nada - disse, a voz baixa. — Entendeu? Nada.
- Eu não vi mesmo.
- Não importa. - Os dedos apertaram mais forte por um segundo antes de soltarem. - Você adoraria isso, não é? Mais uma coisa pra contar sobre mim.
- Eu nunca quis te ver cair, Mathias.
- Você já destruiu minha família uma vez.
Mathias soltou o braço de Adrian. Deu um passo para trás.
- Não esquece disso.
Foi embora, deixando Adrian sozinho no vão estreito entre o metal frio, a frase ainda ecoando mais alto do que qualquer engrenagem do hangar.
Thoughts
-
Permalinktem qualquer coisa de errado com Mathias já desde o começo, né. tipo aquela história anterior que Adrian não conta mas a gente sente.
-
Permalinkfred vendo sangue e virando pálido enquanto tá cercado de soldado é tenso demais pra mim
-
Permalinkserá que Dorian destrancou aquele armário porque sabia o risco, ou porque gosta de provar algo pra si mesmo tipo Mathias?
-
Permalinko Marco é o tipo de gajo que te faz rir no meio de uma coisa séria demais, gosto dele.
-
Permalinkesse Adrian sabe muito bem o que tá fazendo, ou ele tá só sobrevivendo? porque a atitude dele tem jeito de quem já sofreu antes.
Related posts
-
Capítulo IV — A Última Noite das Rosas
Naquela noite, a Lapa parecia ter sido criada apenas para eles.
-
A Procissão dos Mortos
O pó da terra batida da Fazenda Nossa Senhora das Dores não via chuva há meses, mas o ar ali dentro era sempre pesado, sufocado pelo medo. No centro daquela imensidão de terras reinava o Coronel…
-
Manuscrito das três faces
Vagantes condenados: John Spard
-
Por trás do Glamour
Página 4
-
Âncoras
Capítulo 9 - Mesma Estrela
-
HQ " Meu lindo Cisne"
Essa História em quadrinhos retrata a história de uma bailarina chamada Lisa Colt.
-
Carbono Zero
Biografia Tenho 43 anos, nasci e cresci na cidade de Embu das Artes, formei-me em História e, atualmente, sou professor de leitura. A literatura é uma das tantas peças do meu ser público tanto quanto é parte dos meus ritos privados. Acho que o mundo gira porque gostamos de uma boa história. Eu gosto, e quis ver como é a outra ponta do livro. Espero que a minha história seja boa. Ela é sombria, de terror, irônica, necessária e visceral.
-
Capítulo IV — O Mestre Sem Nome
O primeiro raio de sol rompeu a névoa que cobria as montanhas.