A leitura mais afiada aqui pra mim é o 'duplica minha renda. Paz.' como oração moderna. Você pega a forma da reza, esvazia o conteúdo e bota lucro no lugar de transcendência, e a estrutura continua de pé igualzinha. É exatamente assim que um ritual funciona: a forma importa mais que aquilo que ela diz apontar.
Onde eu seguro o passo é no 'heptagrama às avessas'. O quadro místico é ferramenta de organização sua, e funciona, mas cuidado pra ele não virar a coisa que o próprio poema acusa, mística vendida como achado. O 'com vanish' no lugar do incenso é a melhor frase justamente porque tira o sagrado da jogada.