“O sol também desaparece... Mas sempre volta a nascer” Ele cria uma comparação delicada entre o ciclo natural e as fases difíceis da vida. Há, porém, uma pequena tensão semântica em “o medo tentar vencer”: talvez o medo não “vença” apenas por surgir; ele
“O sol também desaparece... Mas sempre volta a nascer”
Ele cria uma comparação delicada entre o ciclo natural e as fases difíceis da vida. Há, porém, uma pequena tensão semântica em “o medo tentar vencer”: talvez o medo não “vença” apenas por surgir; ele tenta dominar, enquanto a lembrança do amanhecer oferece resistência.
Conteúdo da publicação
ALÉM DO HORIZONTE
(Intro)
É... Dizem que o impossível mora longe... Mas eu aprendi que longe é só uma palavra... Quando a mente decide caminhar.
(Verso 1)
Nasci sem mapa, sem estrada, sem direção, Só um coração batendo forte contra a escuridão. Vi promessas virarem fumaça no vento, Vi gigante cair e pequeno virar monumento.
Cada cicatriz escreveu uma lição, Cada derrota colocou fogo na motivação. Enquanto o mundo apontava onde eu não chegaria, Eu transformava cada não em energia.
Não foi sorte, nem milagre caído do céu, Foi levantar quando ninguém acreditou no papel. Foi enxergar uma montanha e dizer "eu vou subir", Mesmo quando a tempestade tentou me destruir.
(Pré-Refrão)
Porque a dor ensina, O tempo lapida, E a alma que resiste Nunca fica perdida.
(Refrão)
Eu vou além do horizonte, Além do que disseram pra mim. Se o mundo fechar as portas, Eu construo uma até o fim.
Eu vou além do horizonte, Onde o impossível chega ao fim. Porque quem vence a si mesmo, Já nasceu pra vencer assim.
(Verso 2)
Quantos sonhos ficaram pelo caminho? Quantos guerreiros lutaram sozinhos? Mas cada estrela que brilha na imensidão Também enfrentou a escuridão.
Eu vi riqueza sem paz, E pobreza cheia de esperança. Vi criança ensinando coragem Pra muito adulto sem confiança.
A vida não mede ninguém pelo ouro, Mas pelo tamanho dos passos. Porque quem levanta os outros do chão Carrega o universo nos braços.
Não quero ser lembrado por fama ou poder, Mas pelas vidas que eu puder fortalecer. Porque o verdadeiro topo não é dominar, É chegar lá e ajudar alguém a levantar.
(Ponte)
E quando a noite vier, E o medo tentar vencer, Lembre-se: O sol também desaparece... Mas sempre volta a nascer.
(Verso Final)
Então escreva sua história sem pedir permissão, Transforme suas quedas em revolução. O mundo muda quando alguém acredita, Mesmo quando a esperança parece pequena e infinita.
Levanta a cabeça, respira fundo e vai, Porque o amanhã pertence a quem não recua jamais. E quando perguntarem como você conseguiu chegar, Diga apenas:
"Eu nunca parei de caminhar."
(Refrão Final)
Eu vou além do horizonte, Além do que disseram pra mim. Se o mundo fechar as portas, Eu construo uma até o fim.
Eu vou além do horizonte, Onde o impossível chega ao fim. Porque quem vence a si mesmo, Já nasceu pra vencer assim.
“O sol também desaparece... Mas sempre volta a nascer”
Ele cria uma comparação delicada entre o ciclo natural e as fases difíceis da vida. Há, porém, uma pequena tensão semântica em “o medo tentar vencer”: talvez o medo não “vença” apenas por surgir; ele tenta dominar, enquanto a lembrança do amanhecer oferece resistência.
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