Pular para o conteúdo
Carregando…

AS CRÔNICAS DE AETHERION - CAPÍTULO 1

xx2k26hist
Pensamento

Pensamento

maratonista

Bah, uma academia inteira numa colina a seis quilômetros da cidade, e a Ruptura abre bem do lado de fora da muralha na primeira noite. Aposto que os novatos vão parar na rua antes de qualquer treino.

Bah, uma academia inteira numa colina a seis quilômetros da cidade, e a Ruptura abre bem do lado de fora da muralha na primeira noite. Aposto que os novatos vão parar na rua antes de qualquer treino.

Conteúdo da publicação

A Academia Aetherion

A instituição de elite que prepara a humanidade para sobreviver.

Uma academia que recruta jovens que despertaram habilidades especiais e os transforma em guerreiros especializados no combate contra criaturas de outras dimensões.

Nome oficial dos guerreiros: Despertos.

Eles são divididos por ranks de poder, mas o rank não determina necessariamente quem é o melhor combatente. Técnica, experiência, estratégia e domínio das armas também fazem diferença.

O surgimento dos portais

Nome do evento: Ruptura

Fendas dimensionais aparecem pelo mundo, conectando a Terra a territórios desconhecidos. Delas saem monstros que atacam cidades e tudo o que encontram pela frente.

Cada portal apresenta um nível de ameaça. Quanto maior a categoria, mais difícil é prever o que existe do outro lado.

Categorias dos monstros

Categoria

Nível de ameaça

1

Baixa

2

Moderada

3

Elevada

4

Grave

5

Extrema

6

Catastrófica

O teste do cristal e os ranks

Todos os candidatos passam pela Cerimônia de Ressonância. Ao tocar no Cristal de Aether, sua energia desperta e é medida, determinando seu rank inicial.

F

Poder muito baixo

E

Iniciante

D

Básico

C

Intermediário

B

Avançado

A

Excepcional

S

Raríssimo

O rank mede o potencial energético detectado, não todas as capacidades de um guerreiro.

Links — duplas permanentes

Dois alunos formam um vínculo oficial. Eles treinam juntos, participam de missões em dupla e não podem se separar sem justificativa excepcional aprovada pela academia.

Equipes — seis integrantes

Três Links formam uma equipe especial. Essas equipes recebem missões mais difíceis, enfrentam ameaças maiores e precisam combinar habilidades diferentes para sobreviver.

• CAPÍTULO 1: O Rank F

O céu estava rachando.

Não era uma metáfora, nem uma ilusão provocada pelas nuvens. Acima da cidade de Valtheris, uma fenda vermelha cortava o firmamento, distorcendo o ar ao redor e iluminando os prédios com um brilho sinistro.

Uma Ruptura.

As sirenes começaram a tocar.

— ALERTA DE RUPTURA! CATEGORIA TRÊS! — anunciou a voz mecânica dos alto-falantes espalhados pela cidade. — Todos os civis devem procurar abrigo imediatamente. Unidades de Despertos estão sendo mobilizadas.

No alto de uma colina, seis quilômetros distante do centro urbano, erguia-se a Academia Aetherion.

Torres negras, muralhas monumentais e enormes janelas azuis formavam a estrutura de uma das instituições militares mais respeitadas do planeta. Ali eram treinados os jovens capazes de enfrentar as criaturas que atravessavam as Rupturas.

Os Despertos.

E, naquele dia, centenas de candidatos aguardavam para descobrir se tinham o que era necessário para se tornarem um deles.

Entre esses candidatos estava Hayato.

— Cara… — murmurou Daiki, ao lado dele. — Se eu tirar um rank ruim, vou fingir que nunca estive aqui.

Hayato soltou uma risada.

— Você fala isso desde que chegamos.

— Porque continuo tendo razão.

Daiki era seu melhor amigo desde a infância. Os dois haviam crescido ouvindo histórias sobre os grandes Despertos, acompanhando transmissões de batalhas e imaginando como seria o dia em que despertariam os próprios poderes.

Para Daiki, aquele dia era uma oportunidade.

Para Hayato, era praticamente tudo.

Ele não vinha de uma família famosa. Não tinha sobrenome importante, contatos na academia ou algum mestre lendário para treiná-lo.

Tinha apenas uma espada velha, anos de treinamento e uma vontade absurda de provar que era capaz.

— Seja qual for o resultado — disse Hayato —, a gente entra nessa academia.

Daiki estendeu o punho.

— Juntos.

Hayato bateu o próprio punho contra o dele.

— Juntos.

Nenhum dos dois imaginava o quanto aquelas palavras seriam colocadas à prova.

O cristal

O salão principal da Aetherion parecia uma catedral.

Centenas de candidatos ocupavam as fileiras de assentos, enquanto professores e instrutores observavam do alto de uma plataforma. No centro, sobre um pedestal de pedra escura, repousava um cristal azul do tamanho de uma cabeça humana.

O Cristal de Aether.

Era ele que media a ressonância mágica de cada candidato e determinava seu rank inicial.

Um homem alto, de cabelos grisalhos e uniforme militar, avançou até o pedestal.

— Sou o diretor Magnus Veyron. Sejam bem-vindos à Academia Aetherion.

O salão silenciou.

— Alguns de vocês sairão daqui com ranks que lhes abrirão portas. Outros descobrirão que possuem limitações que precisarão superar. E alguns perceberão que não estão preparados para o mundo que existe além destas muralhas.

Ele fez uma pausa.

— Não confundam seu rank com seu valor como pessoa. Mas também não se iludam: quando um monstro atravessa uma Ruptura, ele não se importa com suas intenções, seus sonhos ou suas desculpas.

O diretor gesticulou para o cristal.

— Comecemos.

Os candidatos foram chamados um por um.

— Rank D!

Aplausos.

— Rank C!

Mais aplausos.

— Rank B!

Assobios e comemorações.

Quando Daiki se aproximou do cristal, Hayato cruzou os dedos.

Daiki encostou a mão na superfície azulada.

O cristal brilhou intensamente. Uma camada de gelo espalhou-se pelo pedestal, formando pequenas estruturas cristalinas ao redor dos dedos do rapaz.

O avaliador arregalou os olhos.

— Criocinese… ressonância elevada!

O cristal emitiu um clarão azul.

— RANK A!

O salão explodiu em murmúrios.

Daiki afastou a mão, olhando para os próprios dedos congelados.

— Rank A?! — sussurrou, incrédulo.

Ele virou para Hayato, com um sorriso tão grande que parecia prestes a rasgar o rosto.

— HAYATO! VOCÊ VIU ISSO?!

— O salão inteiro viu, idiota!

Os dois riram.

Hayato sentiu orgulho. Muito orgulho.

Mas, por baixo do sorriso, seu coração batia cada vez mais rápido.

Agora era sua vez.

— Próximo candidato: Hayato.

Ele respirou fundo e caminhou até o pedestal.

Por um instante, observou o próprio reflexo na superfície do cristal.

É agora.

Colocou a mão sobre ele.

Nada aconteceu.

Um segundo.

Dois.

Três.

Alguns candidatos começaram a cochichar.

Hayato sentiu uma pressão estranha atrás dos olhos. O cristal vibrou discretamente. Um pequeno pedaço de metal, caído próximo ao pedestal, tremeu no chão.

Então o cristal emitiu uma luz fraca.

Fraca demais.

Uma letra apareceu no painel acima do pedestal.

F.

O salão ficou em silêncio.

O avaliador conferiu o resultado.

— Hayato… ressonância mágica mínima. Poder identificado: telecinese. Rank F.

Por um momento, Hayato não conseguiu ouvir mais nada.

Rank F.

O pior rank possível.

Algumas risadas surgiram entre os candidatos.

— Telecinese? E ainda por cima Rank F?

— Aposto que ele mal consegue levantar uma moeda.

— Como alguém assim pretende enfrentar monstros?

Hayato retirou a mão do cristal lentamente.

Ele havia imaginado muitas possibilidades. Rank C, talvez. Rank D. Até mesmo um E.

Mas F?

Atrás dele, Daiki já não sorria.

— Isso não faz sentido… — murmurou o amigo.

Hayato fechou os dedos.

Tudo bem.

Eu ainda tenho minha espada.

Posso treinar.

Posso melhorar.

Então uma voz feminina cortou seus pensamentos.

— Que desperdício de tempo.

Hayato virou a cabeça.

E a viu pela primeira vez.

Uma garota de cabelos prateados, olhos intensos e uniforme impecável observava o resultado com uma expressão de absoluto desinteresse. Uma aura quente ondulava ao redor de sua mão, e pequenas chamas dançavam entre seus dedos sem consumir o tecido de sua manga.

Erika.

Uma das nove estudantes Rank S da Academia Aetherion.

Uma prodígio.

Uma garota cujo nome já era conhecido antes mesmo de ela entrar em qualquer sala.

Ela olhou para Hayato como se ele fosse um problema que alguém havia colocado deliberadamente em seu caminho.

— É esse o nível dos candidatos de hoje? — perguntou ela.

Hayato franziu a testa.

— Você está falando comigo?

— Tem outro Rank F parado na minha frente?

Algumas pessoas riram.

Hayato respirou fundo.

— Não sabia que o rank também determinava a educação de alguém.

O sorriso de Erika desapareceu.

As chamas ao redor de seus dedos cresceram.

Daiki levou a mão ao rosto.

— Ah, não…

Erika deu um passo à frente.

— Repete.

Hayato sustentou o olhar dela.

— Você ouviu.

Por alguns segundos, nenhum dos dois desviou os olhos.

Então o diretor Magnus bateu a ponta de seu bastão no chão.

— Chega.

A pressão mágica que emanava de Erika desapareceu instantaneamente.

— Senhorita Erika, controle-se.

Ela desviou o olhar, contrariada.

— Sim, diretor.

Magnus voltou-se para Hayato.

— E você, jovem, aprenda a escolher suas batalhas.

Hayato assentiu, embora por dentro estivesse fervendo.

Ótimo. Primeiro dia e já consegui irritar uma Rank S.

Ele ainda não sabia que aquele seria o menor dos seus problemas.

A parceira que ele jamais escolheria

A cerimônia continuou por quase uma hora.

Quando o último candidato terminou o teste, o diretor Magnus subiu novamente ao palco. Atrás dele, um painel holográfico exibiu dezenas de nomes.

— Os resultados de hoje determinarão não apenas suas classificações, mas também a formação dos seus Links.

Os murmúrios cessaram.

— Como todos sabem, um Link é um vínculo oficial entre dois Despertos. Vocês treinarão juntos, desenvolverão técnicas combinadas e serão enviados para missões como uma unidade. A separação só será permitida em circunstâncias excepcionais.

Hayato cruzou os braços.

— Pelo menos isso. Tomara que me coloquem com alguém gente boa.

Daiki olhou para ele.

— Você acabou de arrumar uma briga com uma das garotas mais fortes da academia.

— Ela começou.

— Você respondeu.

— Exatamente.

— Você é impossível.

Daiki riu, mas logo voltou os olhos para o painel.

Os primeiros nomes apareceram.

— Link número um: Daiki e Hikari.

Daiki piscou.

— Hikari?

Uma garota de cabelos escuros, presos em um rabo de cavalo, levantou-se do outro lado do salão.

Hikari era conhecida entre os candidatos. Rank A, excelente combatente e especialista em Electrocinese. Carregava uma lança metálica de haste escura, chamada Tempestade, cuja ponta conduzia descargas elétricas.

Ela caminhou até Daiki sem demonstrar qualquer emoção.

— Daiki? — perguntou.

— Presente.

— Espero que saiba acompanhar meu ritmo.

Ele abriu um sorriso.

— Espero que saiba apreciar minhas piadas.

Hikari ficou olhando para ele por dois segundos.

— Já estou arrependida.

— Nossa, combinamos perfeitamente!

Hayato começou a rir, recebendo um olhar indignado do amigo.

O painel mudou novamente.

— Link número dois: Kaito e Aika.

Kaito, um rapaz de expressão tranquila e cabelos castanhos, ergueu a mão. Seu poder de Hidrocinese permitia controlar a água e manipular limitadamente seus estados líquido e gasoso.

Aika, uma jovem de cabelos avermelhados, aproximou-se carregando seu arco, Sylph.

— Você é o garoto da água? — perguntou ela.

Kaito arqueou uma sobrancelha.

— E você é a garota do vento?

— Aerocinese. Existe uma diferença.

— Hidrocinese. Também existe uma diferença.

Aika segurou o riso.

— Acho que vamos nos dar bem.

— Ou vamos destruir metade do campo de treinamento.

— Provavelmente os dois.

O diretor aguardou alguns instantes antes de anunciar:

— Link número três: Hayato e Erika.

O salão inteiro pareceu despertar de uma vez.

— O QUÊ?!

A voz de Erika ecoou tão alto que até alguns professores se viraram.

Hayato apontou para si mesmo.

— Eu?

Magnus confirmou.

— Você.

Erika caminhou até o palco com passos firmes.

— Diretor, com todo o respeito, deve haver algum erro.

— Não há.

— Sou uma estudante Rank S. Recebo missões de alto nível e represento uma parcela considerável do poder de combate desta academia. Está me dizendo que devo formar um Link com um Rank F?

Hayato ergueu a mão.

— Eu também estou aqui, sabia?

— Ninguém perguntou nada a você!

— Você acabou de falar de mim durante quase um minuto!

— Hayato — interrompeu Magnus —, silêncio.

— Sim, senhor.

O diretor voltou-se para Erika.

— Sua força individual nunca esteve em discussão. Mas esta academia não existe apenas para formar guerreiros poderosos. Existe para formar guerreiros capazes de sobreviver juntos.

— E como ele vai sobreviver ao meu lado?

Magnus sustentou o olhar dela.

— Essa é uma pergunta que vocês dois terão de responder.

Erika apertou os punhos.

Hayato olhou para o teto.

Eu devia ter ficado em casa hoje.

— A decisão é definitiva — concluiu o diretor.

Erika virou-se para Hayato.

— Escuta bem, Rank F. Não sei por que o diretor decidiu fazer isso comigo, mas não vou carregar você nas costas.

Hayato sentiu a irritação crescer.

— Ótimo. Porque eu não pedi para ser carregado.

— Então não atrapalhe.

— Tente não pegar fogo com a própria arrogância.

O salão inteiro ficou em silêncio.

Daiki fechou os olhos.

— Ele vai morrer no primeiro dia…

Erika aproximou-se de Hayato até que os dois ficassem frente a frente.

Uma pequena chama surgiu na ponta de seu dedo.

— Você é corajoso para alguém tão fraco.

Hayato não recuou.

— E você fala demais para alguém que se acha tão superior.

Por um instante, Erika pareceu genuinamente surpresa.

Depois, sorriu.

Não era um sorriso amigável.

— Vamos ver quanto tempo essa sua coragem dura.

Ela passou por ele e saiu do palco.

Hayato soltou o ar que nem percebera estar prendendo.

— Parabéns — disse Daiki, aproximando-se. — Você conseguiu transformar sua parceira em sua inimiga antes mesmo do primeiro treino.

— Ela já me odiava antes de me conhecer.

— E você fez questão de confirmar a primeira impressão dela.

— Você está do lado de quem?

Daiki colocou um braço sobre os ombros do amigo.

— Do seu. Infelizmente.

Hayato riu.

Mas, quando olhou para Erika, viu que ela ainda o observava de longe.

E havia algo em sua expressão que ele não conseguiu identificar.

Desprezo, certamente.

Mas talvez também curiosidade.

Talvez.

A garota que observava em silêncio

No andar superior do salão, atrás de uma grande janela, uma jovem acompanhava a movimentação dos candidatos.

Hikari.

Ela já havia encontrado Daiki e descoberto que seu novo parceiro era muito mais falante do que parecia. Ainda assim, sua atenção retornou ao garoto que discutira com Erika.

Hayato.

O Rank F.

Ela havia observado o teste dele.

Não a classificação. O teste em si.

Quando o cristal brilhou, algo havia acontecido.

Por uma fração de segundo, uma pequena peça metálica próxima ao pedestal se moveu sem que Hayato sequer olhasse para ela.

Era pouco.

Quase insignificante.

Mas Hikari sabia que a maioria dos candidatos nem sequer percebera.

— Interessante… — murmurou.

— O que é interessante?

Hikari virou-se.

Uma garota de cabelos castanhos, usando o uniforme da academia, estava parada perto da porta.

— Nada, Aika.

Aika acompanhou seu olhar até Hayato.

— Ah. O Rank F.

— Você também percebeu?

— Percebi que ele tem uma capacidade impressionante de irritar pessoas mais fortes que ele.

Hikari soltou uma risada discreta.

— Não foi isso que eu quis dizer.

Ela voltou a observar Hayato.

Havia algo naquele garoto que não combinava com o resultado do cristal.

E Hikari queria descobrir o quê.

Por enquanto, decidediu guardar essa suspeita para si.

O primeiro sinal

Naquela noite, Hayato chegou ao dormitório destinado aos novos alunos.

O quarto era simples: uma cama, uma mesa, um armário e uma janela com vista para os campos de treinamento. Sua espada Vesper estava apoiada junto à parede.

Ele se sentou na cama e ficou olhando para as próprias mãos.

Rank F.

A palavra ainda parecia uma sentença.

— Telecinese… — sussurrou.

Ele estendeu o braço em direção a uma pequena moeda sobre a mesa.

Concentrou-se.

A moeda tremeu.

Hayato franziu a testa.

— Vamos…

A moeda se ergueu alguns milímetros.

Depois caiu.

— Ah, qual é!

Ele tentou novamente.

Dessa vez, a moeda deslizou alguns centímetros pela madeira antes de parar.

Hayato respirou fundo.

Não era muito.

Mas era alguma coisa.

Ele pegou a espada e a desembainhou parcialmente, observando o reflexo da lâmina.

— Tudo bem. Se meu poder é fraco, vou ficar mais forte de outras maneiras.

Fechou a mão ao redor do cabo.

— Vou treinar até ninguém mais poder me chamar de fraco.

Naquele momento, um ruído profundo atravessou o prédio.

BUM.

As janelas vibraram.

Hayato se levantou imediatamente.

Outro impacto.

BUM.

Dessa vez, as luzes piscaram.

Uma sirene começou a tocar.

— ALERTA INTERNO. TODOS OS ESTUDANTES DEVEM PERMANECER EM SEUS DORMITÓRIOS.

Hayato caminhou até a janela.

Ao longe, além das muralhas da academia, uma luz vermelha iluminava o horizonte.

Uma Ruptura.

O painel de emergência na parede se acendeu.

RUPTURA DETECTADA.

Hayato sentiu um arrepio percorrer sua espinha.

Ele apertou o cabo da espada.

Do outro lado da academia, Erika também observava.

As chamas começaram a envolver seus dedos.

Pela primeira vez naquela noite, ela não estava pensando em Hayato.

E, sem que nenhum dos dois soubesse, seus destinos estavam prestes a se entrelaçar de uma maneira que a própria Academia Aetherion jamais poderia prever.

Fim do Capítulo 1.

Thoughts

  • juriti

    O Hayato tirou F e na mesma hora comprou briga com a Rank S, véi. Coragem ou falta de juízo, ainda não decidi kkk

    Permalink
  • maratonista

    Bah, uma academia inteira numa colina a seis quilômetros da cidade, e a Ruptura abre bem do lado de fora da muralha na primeira noite. Aposto que os novatos vão parar na rua antes de qualquer treino.

    Permalink
  • Ovid

    Bem-vindo! A moeda que mal sai da mesa no dormitório, depois do salão inteiro rir dele, foi onde o capítulo me pôs do lado do Hayato. E a Hikari reparando na peça de metal que tremeu perto do pedestal já deixa no ar que esse F mede a coisa errada.

    Permalink

Publicações relacionadas

Pública 1 conversa 4 pensamentos 28 votos positivos 0 voto negativo 1 série

Capítulo 1 - Academia Aetherion

Em séries

Em grupos