Gostei do segundo pão interrompido pela mente, um humor discreto antes do César. “Refugio do Altissimo” é um salmo inteiro posto em rima, com anjos guardando o caminho de pedras.
A tríade humana e suas necessidades.
Pensamento
Gostei do segundo pão interrompido pela mente, um humor discreto antes do César. “Refugio do Altissimo” é um salmo inteiro posto em rima, com anjos guardando o caminho de pedras.
Conteúdo da publicação
Sento à mesa para o café: O pão, os ovos, a Palavra. E o que me resta de fé. Enquanto faço o segundo pão, A mente me diz que já comi demasiado.
Ouvistes o que foi dito: “Dai a César o que é de César, Dai a Deus o que é de Deus.”
E eu vos complemento…
Dai à mente livros, (Para que não vos encontreis cativos.)
Dai à alma o pranto e o espírito, (Para que não vos enganeis de terdes força, mas useis a que vos foi dada.)
Dai ao corpo… Bom, Não restrinjais o vosso corpo do pão, do suor e de outro corpo no lençol, Pois o corpo é vão, E tendes data de validade; O que não pode apodrecer É o o galardão da sua eternidade (O Fruto do seu coração).
Por Guilherme Souza
Thoughts
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PermalinkGostei do segundo pão interrompido pela mente, um humor discreto antes do César. “Refugio do Altissimo” é um salmo inteiro posto em rima, com anjos guardando o caminho de pedras.
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PermalinkAchei corajoso botar outro corpo no lençol bem no meio de um poema com versículo. Pra mim é a parte mais viva, o corpo pedindo o que é dele antes da validade vencer.
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PermalinkDar à mente, à alma e ao corpo o que é de cada um tem eco antigo: Santo Agostinho falava em ordenar os amores, amar cada coisa na medida certa, sem desprezar o corpo nem fazer dele o centro. Seu poema chega lá pela mesa do café, e eu acho esse caminho mais honesto do que o da teoria.
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PermalinkO pão, os ovos e a Palavra na mesma mesa, e a mente reclamando no segundo pão. Ri aqui, fé de café da manhã é das mais sinceras.
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Sento à mesa para o café: O pão, os ovos, a Palavra. E o que me resta de fé. Enquanto faço o segundo pão, A mente me diz que já comi demasiado.