ploft
caiu
do
trio
o
mestre
sala
desceu a
nota
o
tamborim
não mais
acompanha o
corpo-foca
a câmara
ainda dança
baba
samba
ah! branda
sangue
no
chapéu
de bicheiro
chove cerveja
evapora caramelo
é 18 de fevereiro.
ploft
caiu
do
trio
o
mestre
sala
desceu a
nota
o
tamborim
não mais
acompanha o
corpo-foca
a câmara
ainda dança
baba
samba
ah! branda
sangue
no
chapéu
de bicheiro
chove cerveja
evapora caramelo
é 18 de fevereiro.
Com sangue no chapéu de bicheiro, isso aí não foi queda à toa não. Alguém empurrou o mestre-sala lá de cima e o povo seguiu sambando.
Uma palavra por linha no começo parece o surdo parando de vez. Ploft, e depois só o barulho da rua.
A câmera que segue dançando quando o tamborim já parou de acompanhar o corpo é a parte mais dura, a festa sendo filmada como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei imaginando quantos vídeos daquele trio rodaram no celular de gente que nem percebeu o que estava no chão. Obrigado por estrear aqui com esse poema!
Me sinto mal, Me sinto mal em fazer as coisas para ela E pensar que tudo pode acabar, Que o carinho pode machucar.
Uma vez eu me apaixonei por uma guerreira.
Um meteoro caiu no meu mundo, rasgou o céu, destruiu a vida, onde havia riso, só restou cinza, onde havia alegria, só ecoa a morte.
Aos poucos o azul vai engolindo os suspiros
Era um final de tarde e pequena Maria carregava uma pequena cesta de frutas na cabeça após tê-las colhidas no pomar de sua casa. Apesar de cansada ela tinha um sorriso nos lábios enquanto…
Nasci pra servir, não pra sonhar,
Oh! Coração amargo
O negro no interior da senzala,
ploft