Sento à mesa para o café: O pão, os ovos, a Palavra. E o que me resta de fé. Enquanto faço o segundo pão, A mente me diz que já comi demasiado.
Ouvistes o que foi dito: “Dai a César o que é de César, Dai a Deus o que é de Deus.”
E eu vos complemento…
Dai à mente livros, (Para que não vos encontreis cativos.)
Dai à alma o pranto e o espírito, (Para que não vos enganeis de terdes força, mas useis a que vos foi dada.)
Dai ao corpo… Bom, Não restrinjais o vosso corpo do pão, do suor e de outro corpo no lençol, Pois o corpo é vão, E tendes data de validade; O que não pode apodrecer É o o galardão da sua eternidade (O Fruto do seu coração).
Por Guilherme Souza