Quase dois séculos entre o Jacques e 1970 põem o Jacques a viver lá pelos anos de 1780, o que bate com as carruagens e a floresta. Desconfio que é por isso que a criatura chega tão forte a Springwood: a história andou de boca em boca esse tempo todo, e ca
Quase dois séculos entre o Jacques e 1970 põem o Jacques a viver lá pelos anos de 1780, o que bate com as carruagens e a floresta.
Desconfio que é por isso que a criatura chega tão forte a Springwood: a história andou de boca em boca esse tempo todo, e cada pessoa que a contou deu-lhe de comer. Aposto que o Jacques nunca soube que estava a alimentá-la.
Conteúdo da publicação
A Sombra da Rua Elm
Capítulo I — O Homem do Número 1428
Um ano havia passado desde a noite em que Jacques desaparecera nas águas do rio.
Ele jamais conseguiu esquecer a mansão.
Mudou-se para os Estados Unidos, tentando começar uma nova vida longe das estradas, das carruagens e daquela floresta.
Mas havia levado consigo algo que não conseguia abandonar.
A história.
Jacques contava o que havia acontecido naquela noite.
Contava sobre Lady Margareth.
Sobre a mansão.
Sobre o olho gigantesco na parede.
Sobre os mortos que caminhavam pelos corredores.
E, principalmente, sobre a criatura sombria.
Sua história se espalhou.
Primeiro entre poucos conhecidos.
Depois entre jornais e pessoas interessadas em histórias sobrenaturais.
E quanto mais Jacques contava...
mais a criatura parecia crescer.
Nos pesadelos, ela aparecia ao lado de sua cama.
Nunca atacava.
Apenas ficava parada.
Observando.
Com aquele mesmo sorriso sombrio.
Jacques envelheceu acreditando que talvez estivesse condenado a carregar aquela sombra para sempre.
Então o tempo passou.
Décadas.
Depois, gerações.
E a história tornou-se uma lenda.
1970 — Springwood, Ohio
Quase dois séculos haviam se passado desde a tragédia de Jacques.
Na cidade de Springwood, havia uma rua tranquila chamada Elm Street.
Casas simples.
Jardins bem cuidados.
Crianças brincando nas calçadas.
À primeira vista, era apenas um bairro comum.
Naquela época, no número 1428, morava um homem chamado Freddy Krueger.
Para os vizinhos, Freddy parecia um homem pacato.
Reservado.
Quase sempre ficava sozinho.
Ninguém imaginava que havia algo perturbador por trás daquele homem.
Na casa ao lado moravam Ann Mary e Charles Mase, um casal que tinha um filho chamado Joe Mase.
Joe era um garoto curioso.
Gostava de explorar a vizinhança e frequentemente observava a casa de Freddy.
Havia alguma coisa naquele homem que o deixava desconfortável.
Certa tarde, Joe estava sentado na varanda com seu pai.
— Pai...
— O que foi, filho?
— Você conhece o homem do 1428?
Charles olhou para a casa.
— Freddy?
Joe assentiu.
— Ele nunca sai?
— Às vezes.
— Ele parece triste.
Charles deu de ombros.
— Talvez seja apenas um homem solitário.
Joe continuou olhando para a janela da casa.
Por um instante, teve a impressão de ver uma figura escura atrás da cortina.
Piscou.
A figura desapareceu.
— Pai...
— O que foi agora?
— Nada.
Naquela mesma noite, Joe foi dormir.
A casa estava silenciosa.
Ann Mary apagou as luzes.
Charles fechou as portas.
E o bairro inteiro mergulhou no silêncio.
Mas, exatamente à meia-noite...
Na casa número 1428...
Freddy estava sentado sozinho em seu quarto.
Então ouviu uma voz.
Muito baixa.
Vinda de algum lugar atrás dele.
— Freddy...
Ele virou-se.
Ninguém.
Freddy franziu a testa.
Então ouviu novamente:
— A história nunca morreu.
A luz piscou.
Por um breve instante, uma sombra negra apareceu na parede.
E, pela primeira vez, Freddy viu algo que não compreendia.
Uma figura de mulher vestida de branco.
Lady Margareth.
Ela estava parada no corredor.
Observando-o.
Freddy levantou-se lentamente.
— Quem é você?
A mulher não respondeu.
Atrás dela surgiu outra presença.
A mesma criatura que havia acompanhado Jacques séculos antes.
Dois olhos negros apareceram na escuridão.
E um sorriso começou a se formar.
A criatura sussurrou:
— O medo encontrou uma nova casa.
Na casa vizinha, Joe começou a se mexer durante o sono.
Sua respiração ficou acelerada.
E então...
ele abriu os olhos.
Mas não estava mais em seu quarto.
Estava diante de uma velha mansão coberta pela neblina.
E, no fim do corredor...
uma mulher de branco o esperava.
A Sombra da Rua Elm
Capítulo II — O Aviso
Joe abriu os olhos.
Estava parado no meio de um corredor escuro, completamente diferente de seu quarto.
A neblina cobria o chão.
À sua frente estava a Mulher de Branco.
Mas ela não estava sozinha, sua contra metade se separou dela, por instantes.
Lady Margareth, ainda com o mesmo vestido que usava na noite da tragédia, séculos atrás.
Joe recuou.
— Quem são vocês?
Margareth aproximou-se lentamente.
— Não tenha medo, Joe. Viemos avisá-lo, ambas somos a mesma pessoa, por um breve momento consigo me separar e trazer sentimentos a essa assombração, essa sombra que me tornei, viemos te avisar.
— Avisar sobre o quê?
A Mulher de Branco olhou para ele.
— Seu vizinho.
Joe sentiu um arrepio.
— Freddy?
Margareth assentiu.
— Ele observa as crianças desta vizinhança.
Joe ficou em silêncio.
— E não é apenas aqui — continuou Margareth. — Há histórias estranhas acontecendo na cidade.
A Mulher de Branco apontou para a escuridão.
Por um instante, Joe viu imagens surgirem como lembranças:
Um antigo orfanato.
Corredores vazios.
Portas fechadas.
Camas de crianças.
E então...
uma cama vazia.
— Existem boatos sobre crianças desaparecendo — disse Margareth. — Algumas passaram pelo orfanato local e nunca mais foram encontradas.
Joe começou a tremer.
— Mas... por quê?
— Porque alguém está levando essas crianças.
A neblina ficou mais espessa.
Então surgiu diante de Joe a imagem de um garoto.
Era seu amigo.
Robert Stark Jr.
Joe arregalou os olhos.
— Robert!
A imagem desapareceu.
— Ele desapareceu — disse Margareth.
— Não! — Joe respondeu. — Robert simplesmente não voltou para casa!
— É isso que todos dizem.
Joe começou a chorar.
— Vocês sabem onde ele está?
A Mulher de Branco olhou para Margareth.
Margareth respondeu:
— Não, nós somos prisioneiras Duma entidade sombria.
Então se aproximou de Joe e segurou suas mãos.
— Mas sabemos de uma coisa: você não deve confiar naquele homem.
— Freddy?
— Sim.
A Mulher de Branco virou-se para a direção de uma janela invisível.
Do outro lado apareceu a casa número 1428.
A janela do quarto de Freddy estava iluminada.
Ele estava parado atrás da cortina.
Observando.
Joe sentiu o coração disparar.
Então Freddy lentamente levantou a mão.
Como se soubesse que Joe estava olhando.
E sorriu.
A imagem desapareceu.
Margareth sussurrou:
— Quando você acordar, conte aos seus pais.
— E se eles não acreditarem?
A Mulher de Branco respondeu:
— Então procure provas.
A neblina começou a envolver as duas.
Joe tentou segurá-las.
— Esperem!
Margareth ainda conseguiu dizer:
— E encontre Robert antes que seja tarde demais.
Joe acordou de repente.
Estava em sua cama.
A janela estava aberta.
O vento fazia a cortina balançar.
Ele correu até o quarto dos pais.
— Papai! Mamãe! Acordem!
Charles levantou-se assustado.
— Joe? O que aconteceu?
O garoto estava pálido.
— É o Freddy...
Charles ficou sério.
— O que tem ele?
Joe respirou fundo.
— Acho que ele sabe onde está o Robert.
Naquele momento, do outro lado da rua, na casa número 1428...
Freddy Krueger abriu lentamente os olhos.
E, pela primeira vez naquela noite, sorriu.
Porque havia ouvido tudo.
A história de Jacques havia encontrado uma nova testemunha.
A Sombra da Rua Elm
Capítulo III — A Fornalha
Naquela mesma noite, a Mulher de Branco desapareceu.
Lady Margareth ainda tentou permanecer ao lado de Joe, mas a criatura sombria começou a se aproximar.
As sombras rastejaram pelas paredes da mansão.
— Ela está nos procurando... — sussurrou Margareth.
A Mulher de Branco segurou sua mão.
— Se ela nos encontrar, a criatura nos punirá.
Margareth olhou uma última vez para Joe.
— Não nos procure. Proteja sua família.
As duas desapareceram na neblina.
Nos dias seguintes, Joe passou a observar a casa de Freddy.
E percebeu algo perturbador.
Freddy frequentemente ficava parado perto da janela, olhando para as crianças da vizinhança.
Certa tarde, Joe o viu caminhando nas proximidades do orfanato local.
Naquela noite, porém, algo ainda mais estranho aconteceu.
Uma fumaça negra começou a sair da pequena chaminé da fornalha no porão da casa de Krueger.
Joe percebeu.
Mas não podia simplesmente entrar na casa.
Então decidiu convencer o pai.
— Papai, eu ouvi Robert!
Charles ficou sério.
— Onde?
Joe apontou para a casa de Freddy.
— Na casa do senhor Krueger. Ouvi a voz dele vindo do porão.
Era uma mentira.
Joe não tinha ouvido Robert.
Mas precisava fazer o pai acreditar.
Charles pegou o casaco.
— Vou verificar.
— Eu vou com você!
— Não. Fique aqui com sua mãe.
Charles atravessou a rua.
Outro vizinho, Jack Jackson, percebeu sua preocupação e foi atrás dele.
Os dois chegaram à lateral da casa.
Havia uma pequena janela no porão.
Charles se abaixou e olhou para dentro.
Seu rosto ficou pálido.
— Jack...
— O que foi?
Charles apontou.
Freddy estava diante da fornalha.
Nas mãos, carregava um grande saco escuro.
Ele abriu a porta da fornalha e começou a empurrar o saco para dentro.
Então algo caiu.
Um pequeno braço apareceu para fora do saco.
Charles ficou horrorizado.
— Meu Deus!
Ele correu para a rua.
— AJUDEM! CHAMEM A POLÍCIA!
Os vizinhos começaram a sair de suas casas.
Em poucos minutos, a residência de Krueger estava cercada.
Freddy percebeu a movimentação.
E então...as pessoas começaram a atirar pedras e objetos diversos, uma atinge um móvel que cai sobre a fornalha.
fogo!
As chamas começaram a se espalhar pelo porão.
Fumaça negra invadiu a casa.
Freddy desapareceu atrás em chamas.
Uma voz de criança grita por socorro.
— Tem alguém lá dentro! — gritou Jack.
Charles entrou na casa.
Os dois procuraram pelos cômodos enquanto a fumaça aumentava.
Então ouviram um barulho.
CLANG!
Charles olhou para cima.
No andar acima do porão havia uma pequena gaiola.
E dentro dela estava um garoto assustado.
— ROBERT!
O menino levantou os olhos.
— Senhor Mase!
Charles e Jack correram até ele.
Jack arrombou a porta da gaiola.
— Vamos, garoto!
Charles carregou Robert para fora enquanto Jack os acompanhava.
Os três conseguiram sair segundos antes de parte do teto desabar.
Do lado de fora, Ann Mary abraçou o filho.
— Joe!
Joe correu até Robert.
— Robert!
Os dois amigos se abraçaram.
— Eu sabia que você estava vivo!
Robert começou a chorar.
— Ele me trouxe para cá...
— Quem?
Robert olhou para a casa em chamas.
— Freddy.
Uma ambulância chegou.
Uma enfermeira chamada Suzy recebeu Robert e começou a cuidar dele.
— Ele está assustado, mas vai ficar bem.
Suzy levou o garoto para dentro da ambulância.
Enquanto isso, os bombeiros tentavam controlar o incêndio.
Charles observava a casa.
Mas havia algo que ninguém percebeu.
No meio das chamas, por alguns segundos, surgiu uma silhueta negra.
Não era Freddy.
Era a criatura.
Ela observava tudo através do fogo.
E então sorriu.
Porque, mesmo com a casa destruída...
o medo havia crescido.
E era exatamente disso que ela precisava.
A Sombra da Rua Elm
Capítulo IV — O Homem nas Cinzas
O incêndio finalmente foi controlado.
A antiga casa de Freddy Krueger estava parcialmente destruída. O porão ainda fumegava, e as paredes negras pareciam guardar o cheiro de algo que jamais deveria ter acontecido.
Os bombeiros começaram a vasculhar os escombros.
Então um deles gritou:
— Encontramos um corpo!
Charles, que permanecia do lado de fora, aproximou-se.
Sob uma parte desabada do porão, havia um corpo carbonizado.
O rosto estava irreconhecível.
Mas as roupas eram de Freddy Krueger.
Charles ficou em silêncio por alguns segundos.
— Então acabou...
Jack olhou para ele.
— O que você disse?
Charles respirou profundamente.
— Acabou, Jack. Freddy Krueger morreu.
Um dos bombeiros abriu cuidadosamente a porta da antiga fornalha.
No interior havia apenas cinzas.
E, misturados a elas...
pequenos ossos carbonizados.
O bombeiro ficou pálido.
— Senhor Mase...
Charles se aproximou.
Ao perceber o tamanho dos ossos, fechou os olhos.
— Crianças...
Jack levou a mão à boca.
Charles balançou a cabeça.
— Acabou.
Mas, naquele momento, ninguém percebeu uma coisa.
Entre as cinzas havia uma pequena lâmina metálica.
Uma das lâminas da velha luva de Freddy.
Ela ainda estava intacta.
E, lentamente...
começou a se mover.
CLANG...
O mundo sombrio
Freddy abriu os olhos.
Não havia casa.
Não havia rua.
Não havia polícia.
Ele estava deitado sobre um chão negro, coberto por uma fina camada de cinzas.
Levantou-se lentamente.
Olhou para as próprias mãos.
Sua pele estava queimada.
Seu corpo parecia ter saído diretamente das chamas.
Freddy sorriu.
— Então é aqui que eu vim parar?
Uma voz respondeu atrás dele.
— Não.
Freddy se virou.
A criatura sombria estava parada a poucos metros.
Alta.
Imóvel.
Seu rosto escondido pelas sombras.
Freddy reconheceu aquela presença.
— Você...
A criatura aproximou-se.
— Você alimentou o medo.
Freddy apertou os olhos.
— E você se alimentou dele.
— Exatamente.
Freddy olhou ao redor.
O mundo parecia não ter fim.
Havia árvores mortas, casas distorcidas e uma rua interminável coberta por neblina.
Ao longe, crianças podiam ser ouvidas rindo.
Freddy sorriu.
— Então estou morto?
A criatura respondeu:
— Para aquele mundo, sim.
Freddy passou a mão pelo próprio rosto queimado.
— E para este?
A criatura ficou em silêncio.
Então apontou para a velha luva metálica caída no chão.
Freddy caminhou até ela.
Pegou a luva.
Colocou-a na mão.
CLANG... CLANG... CLANG...
As lâminas surgiram.
Freddy abriu um sorriso.
— Gostei deste lugar.
A criatura se aproximou de seu ouvido.
— Ainda não entendeu.
— O quê?
— Você não veio para este mundo porque morreu.
Freddy olhou para ela.
— Então por quê?
A criatura respondeu:
— Você veio porque alguém precisava continuar espalhando o medo.
Freddy ficou sério.
— Quem?
A criatura apontou para uma enorme porta no meio da escuridão.
Na porta estava escrito:
RUA ELM.
Freddy sorriu novamente.
— Ah...
Ele caminhou em direção à porta.
— Então a brincadeira continua.
Atrás dele, a criatura desapareceu na escuridão.
Mas sua voz permaneceu:
— Agora, Krueger... você não pertence mais aos vivos.
Freddy parou diante da porta.
— Talvez.
Levantou a mão com as lâminas.
CLANG!
— Mas eles ainda pertencem aos meus sonhos.
A porta se abriu.
E, do outro lado...
Joe estava dormindo.
Freddy entrou.
A Sombra da Rua Elm
Capítulo V — A Hora do Pesadelo
Freddy atravessou a porta e entrou no sonho de Joe.
O quarto parecia exatamente como na realidade.
Joe dormia tranquilamente.
Freddy levantou a mão.
As lâminas de sua luva brilharam na escuridão.
— Vamos ver se você ainda consegue gritar...
Ele avançou e tentou atingir Joe.
SHING!
Nada aconteceu.
As lâminas atravessaram o corpo do garoto como se ele fosse feito de fumaça.
Freddy tentou novamente.
SHING!
Nada.
Joe continuava dormindo.
Freddy olhou para as próprias mãos, confuso.
— O que está acontecendo?
Uma risada ecoou pelo quarto.
HAHAHAHA...
As sombras começaram a se espalhar pelas paredes.
A criatura sombria surgiu atrás de Freddy.
— Você ainda não entendeu.
Freddy se virou.
— Por que não consigo tocá-lo?
A criatura sorriu.
— Porque você ainda não tem força.
Freddy apertou a luva.
— Então me dê força!
A criatura aproximou-se.
— O medo será sua força.
Freddy ficou em silêncio.
— Você poderá entrar nos sonhos...
As paredes começaram a mudar.
O quarto de Joe se transformou em um corredor escuro.
— ...nos pesadelos...
As lâmpadas começaram a piscar.
TIC... TIC... TIC...
— ...e, com o tempo...
A criatura colocou a mão sobre o ombro de Freddy.
— ...poderá controlar aqueles que dormem.
Freddy olhou para Joe.
Pela primeira vez, seu sorriso desapareceu.
A criatura continuou:
— E quando o medo deles for suficientemente grande...
As sombras envolveram Freddy.
— ...você poderá matar.
Freddy abriu um sorriso lentamente.
— Então o medo é a minha arma.
— Não.
A criatura respondeu:
— O medo será o seu poder.
O corredor desapareceu.
Freddy voltou a olhar para Joe.
Dessa vez, uma pequena marca de três riscos apareceu na parede ao lado da cama.
CLANG... CLANG... CLANG...
Freddy recuou.
— Isso será apenas o começo.
A criatura desapareceu lentamente na escuridão.
Sua última frase ecoou pelo pesadelo:
— Chegará o momento em que ninguém mais estará seguro enquanto dormir.
Freddy ficou sozinho.
Olhou para Joe.
E sorriu.
— Então esperem por mim...
Ele levantou a luva.
CLANG!
Com passar do tempo Freddy Krueger experimentava seus dons sombrios, e cada dia ficando mais forte....
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