Você vai sair por aí, sem caminho de volta.
Te espero à porta, sem saber o dia que regressa,
Se volta para ver o que aconteceu sem você.
Os dias a mais que eu contava sozinho,
Perdido entre poemas abstratos e versos líricos…
Não tinha saída a não ser meus vícios.
Não esqueça, depois, que ficou aberta a porta
Quando passar, dê um oi - se ainda se importa.
Se volta para ver os dias em que fiquei perdido,
Implorando para tentar ser abrigo.
Não tinha nada depois do precipício
Só não esqueça das cartas, das notas, das falas… e dos livros.