a floresta sem árvores logo na primeira linha já me pegou, e depois o espelho coberto ficou comigo. li quando a casa já tinha dormido e fiquei com essa imagem do rosto como caricatura ambulante na cabeça. você escreve assim, tudo corrido sem pausa, de propósito?
:v
Pensamento
a floresta sem árvores logo na primeira linha já me pegou, e depois o espelho coberto ficou comigo. li quando a casa já tinha dormido e fiquei com essa imagem do rosto como caricatura ambulante na cabeça. você escreve assim, tudo corrido sem pausa, de pro
Conteúdo da publicação
floresta sem arvores
casais sem se amar
se nao me vejo bem
o mundo nao vou o enxergar
rosto como uma caricatura ambulante
me escondo, vou me vendar
atras de um amante
pessoas juram que vao encontrar
as vezes cubro o espelho
fico dias sem comer
de noite o sangue surge e comeca a escorrer
lagrimas inundam olhos negros
caem em seu vazio
a carne apodrece
apenas com resquícios do que se sentiu
Thoughts
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PermalinkLi até o fim. Fiquei no pano em cima do espelho, e na floresta vazia lá do começo, que parece o mesmo oco do final só que do lado de fora.
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PermalinkFiquei parado na parte em que não se ver bem apaga até o mundo em volta. Depois desse verso voltei pra floresta sem árvores do começo e li ela de outro jeito, como um lugar que está ali e não aparece. Obrigado por publicar isso aqui.
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PermalinkFloresta sem árvores logo a abrir, e essa imagem ficou comigo até ao fim do poema.
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Permalinka floresta sem árvores logo na primeira linha já me pegou, e depois o espelho coberto ficou comigo. li quando a casa já tinha dormido e fiquei com essa imagem do rosto como caricatura ambulante na cabeça. você escreve assim, tudo corrido sem pausa, de propósito?
floresta sem arvores