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capítulo 3: Entrevista de emprego.

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Pensamento

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Perdão se tiver erros gramaticais e mais, estou com tanta preguiça de revisar...

Perdão se tiver erros gramaticais e mais, estou com tanta preguiça de revisar...

Conteúdo da publicação

Como vocês bem sabem, fiquei um mês em Mumbai, pois meu irmão se casou. Mas de volta a Inglaterra, estou pronto para prosseguir a História de amor dos meus pais — e aproveitar para expor o Ricardo levemente.

Depois de ser brutalmente ignorado pelo meu pai, Constance o seguiu para o escritório. O que eles não sabiam é que o Ricardo estava na sala de visitas, que fica ao lado do hall, a espreita pela porta.

— O que você pensa que vai fazer? Perguntei eu, com minha grosseria de costume.

Ricardo era um rapaz pardo de 14 anos, magro, mas ágil. cabelos cacheados bagunçados, e olhos castanhos escuros que brilhavam de curiosidade e teimosia. Ele saiu de trás da porta

— Vou ver quem é aquela mulher de cabelo vermelho.

Ele correu para escada, mas o agarrei pela cintura.

— Você sabe que o velho não gosta de xeretas, né? Quer ficar uma semana sem perambular pela propriedade de novo?

Ele se desgarrou de mim e falou:

— Não confio em mais nenhuma governanta desde que a prostituta da Samantha me chamou de macaco! dizia ele, com um rancor e tristeza nos olhos. Dei uma suavizada no rosto, ele aproveito esse vacilo meu é correu para as escadas.

Se não fosse a ousadia desse pirralho eu não saberia o que esses dois adultos na época conversavam. A parti de agora eu escrevo com base nos relatos do Ricardo.

O Ricardo andou pelo corredor pela ponta dos pés, Esperou os dois entrarem no cômodo e quando Phillips fechou a porta, rapidamente chegou perto e se abaixou perto da porta, e começou a olhar pelo buraco da fechadura e ampliou os ouvidos.

A sala era enorme, o piso é de madeira escura e as paredes de um azul naval. No piso, um tapete persa vermelho sangue, com padrões geométricos e tulipas brancas bem-acabadas. Do lado direito, uma estante de madeira com livros de vários assuntos, e do lado, vários armarinhos de escritório, onde meu pai guarda, cataloga e organiza documentos e pastas. Do lado esquerdo, possui um globo terrestre de biblioteca no chão, e um mapa Mundi pregado na parede, com fios vermelhos conectando mais de um lugar, atrás da porta, uma sineta simples e um cabideiro. A frente, uma mesa suntuosa de mogno, com uma duas cadeiras de couro, uma virada a outra. Em cima da mesa, um cinzeiro, um Relógio de Mesa de Pêndulo com seu tick tack de costume , um tinteiro, uma caneta-tinteiro, uma Esfera armilar e vários papeis empilhados milimetricamente. E atrás da mesa, um janelão com cortinas verde-musgo, no peitoril, várias fotos enquadradas dos filhos.

Phillips prontamente faz um gesto para Constance se sentar a cadeira de couro em frente a mesa, ela se senta. Phillips se senta a cadeira e se aproxima da mesa, guarda o revólver na gaveta, pega um papel em branco e começa a perguntar:

— nome completo?

— Constance Bridget Murdock

Ele escreve no papel. acho mais bonito Winterboure no final.

— Idade?

— trinta e um anos. Ele escreve

— Tem parentes na Inglaterra?

— Por que você quer saber isso? pergunta ela com voz de desconfiança.

— caso precise visita-los e eu ajustar no cronograma para te liberar.

Ela ergue um pouco a sobrancelha

— Não, minha mãe e meu irmão estão na Irlanda. Ele coloca a caneta no tinteiro, escreve no papel, guarda o papel e a caneta.

— Miss Murdock, 100 libras é de bom tamanho?

Ela arregala os olhos e piscas os olhos com perplexidade.

— 100 libras!¹ questionou ela com espanto." O senhor está querendo fazer caridade?" ela se levanta levemente.

— Miss Murdock, são dez crianças, e cansativo lidar com seres humanos em desenvolvimento com personalidades e hábitos tão distintos. Eu não estou fazendo caridade, se fizesse, eu estaria te bancando como uma Interesseira, então sente-se.

Diz ele com uma voz fria e cortante. Ela ficou ainda mais ofendida, mas sentou porque sabia que deveria se sustentar.

— Quando começo a trabalhar?

— hoje mesmo, só vou chamar todos meus filhos para lhe apresentar primeiro.

Ele se levanta e vai em direção a porta, Ricardo começa a suar frio, mas ele desvia a rota e vai para Trás da porta, onde tem uma sineta, e toca:

Plim! Plim! Plim!

Isso significa que todos nós deveríamos estar enfileirados na sala de visitas em dois minutos!

O Ricardo entrou em desespero! ele tentou correr, mas se atrapalhou todo e caiu para trás, o que fez barulho com o impacto. Ele conseguiu ver pelo buraco da fechadura o pai se virando para porta, e dessa vez realmente indo em direção à porta. Ele rastejou pelo chão rapidamente, depois se virando e correndo um momento de quatro até voltar a andar em duas pernas. correu pelo corredor e virou a curva, descendo ás escadas.

— Deixa eu adivinha: Você foi espionar o pai de novo e quase foi pego? Falou o Daniel, correndo junto a ele, dando umas risadinhas.

— Cala boca, cabelo lambido por cavalo!

Eles chegaram na sala de visitas, e viram que boa parte da fileira estava pronta, do mais velho ao mais novo, como bonecas russas.

Chayenne, Daniel, Ramón, Lisandra, Ricardo, Renée, Emma, Sarah, Jin Han.

Mas... faltava uma, onde estava a Tallulah? Antes deles sequer questionarem um ao outro, Phillips e Constance estavam na sala de visitas.

— Boa Tarde

— Boa tarde! dizíamos em coro.

Phillips se virou para Constance

— Miss Murdock, esse são Chayenne, Daniel, Ramón, Lisandra...

Ele falava fazendo um gesto com mão, indicando quem é e quem

— A gente está ferrado. Sussurrou o Daniel ao meu lado

— Por que? Sussurrei de volta

— Porque a Tallulah não está aqui.

— O que? elevei um pouco minha voz

— Fala baixo seu animal!

— Ricardo, Renée, Emma, Sarah, Jin Han...

Quando Phillips Iria apresentar a última...

Sniff Sniff

Fungadas, choro contido.

Constance e Phillips olham para a porta de visitas

Uma Garotinha de sete anos, com um vestido roxo florido, cabelos castanhos escuros Com um lacinho de mesma cor do vestido, Olhos verde-menta cheiros de lágrimas, e um joelho avermelhado com um ralado feio.

— P-papai — diz ela com a voz embargada e os olhinhos fixo nele — D-desculpa por não ter chegado a tempo, e que quando corri do jardim para cá, eu acabei tropeçando em uma pedrinha...

Ela iria começa a chorar mais forte, mas meu pai foi mais rápido

— Calma, minha papoula — Ele foi até ela e pegou-a pelo colo — Vai passar, ok? ele da um beijinho no ralado dela.

— Constance, essa é a caçula, Tallulah.

Constance se aproxima dela, se agachando levemente,

— Oi pequena, que nome lindo você tem, parece que você se machucou feio, quer que eu coloque uma band-aid em você?

Tallulah enxuga os olhos e pergunta:

— Pode ser Roxo?

— claro querida.

— O seu vestido é horrível.

Todos olham em direção á Sarah. Sarah aos doze anos... era bem complicada, não que ela tenha se descomplicado agora, ela continua insuportável, mas ela pior porque não tinha filtro algum, principalmente quando se tratava de moda. seus Cabelos ruivos acobreados se destacavam na sala, lisos como seda, olhos castanhos mel, mas não doces no momento, julgadores, como uma policial da moda, e sardas da testa a ponta do nariz, que ela tentava sem sucesso esconder com base. vestida com um vestido estilo Drop-Waist rosa, tiara rosa, unhas pintadas de rosa... tudo era rosa!

— Não combinam com seus olhos, verde-amarelo não combina com verde esmeralda. diz ela, com os braços cruzados, olham de cima a baixo.

— Parece que temos uma modista nessa casa. diz a Constance se levantando um pouco — Acho que terei que ter algumas aulas de moda com você, mas que caiba no meu bolso.

Sarah da um sorriso debochado e orgulhoso.

— Seria um prazer, Miss...

— Murdock, Miss murdock.

Mas uma voz de trás da Constance chama atenção

— Irlandesa? diz uma voz curta e rouca. Constance toma um susto! ela olha para trás

Um rapaz de 1,90 de altura, com pele oliva e cabelos negros como de um felino preto. olhos escuros como uva, protegidos por um óculos redondo, vestido com um colete e gravata bege, mas sujos por uma substância preta, era o Ramón.

— Como Você sabe? indagou Constance ainda espantada.

— O sotaque. Disse ele com uma calma apavorante

— Você estava ai atrás o tempo todo? já pode ser ladrão. questionou o Daniel, dando umas risadinhas

— Sumo de conversas chatas como você some de suas responsabilidades.

Todos os irmãos riram, exceto o Daniel, que estava com ás orelhas avermelhadas.

— Ok, chega de aulas de moda e ignorância. Essa é Miss murdock, ela será sua nova governanta, trate-a bem. Diz o Phillips, com sua voz polida de costume.

— Mas ela vai nós tratar bem de volta? pergunta a Lisandra, desconfiada e defensiva.

— Sem dúvida, Miss Winterboure. Constance responde com um sorriso genuíno no rosto.

— E o que veremos. diz Lisandra cerrando os olhos.

E foi assim o primeiro momento de governanta de minha mãe, nós não sabíamos o que iria vir dali para frente.

Pagar £100 por ano para uma governanta em 1929 era o equivalente a pagar o salário de um alto executivo para cuidar da casa. Para a Constance — que não tinha onde morar nem onde cair morta —, essa quantia parecia boa demais para ser verdade, soando quase como um suborno ou um ato de caridade desconfiável.

Thoughts

  • rmoreira89

    Gostei do aviso de que daqui pra frente tudo vem dos relatos do Ricardo. Um menino de 14 anos, de olho na fechadura e ainda magoado com a última governanta, não é a testemunha mais neutra da casa, então eu leria a frieza do Phillips nessa entrevista com um pé atrás. Ele sabe que está sendo exposto aqui?

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  • marryhelp

    Perdão se tiver erros gramaticais e mais, estou com tanta preguiça de revisar...

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