Pular para o conteúdo
Carregando…

Soneto de saudade II Um século oceânico e mortal Que…

Pensamento

Pensamento

contoBreve

Pesado esse soneto 🌊

Pesado esse soneto 🌊

Conteúdo da publicação

Soneto de saudade II

 

Um século oceânico e mortal

Que descortina o peito no suspiro,

A tudo ele interfere onde eu me firo

E a febre quer que eu pense ser normal...

 

O sangue espalha a lava em meu quintal,

Quilômetros sangrentos pelo tiro,

Tonturas e desmaios como um giro

Tão próxima a distância do meu mal...

 

Ensaio dançarinos cerebrais

Que brincam onde eu já perdi a graça

Flechado pelo arpão que não me solta.

 

Mas sou o mesmo humano aos anormais:
Caçar a lebre fria que não passa,

Gritar a voz e vez da minha volta.

Thoughts

  • brunocosta

    Fico a imaginar que a lebre fria do último terceto é a própria saudade, que nunca se deixa apanhar. Por isso o caçador continua igual, sempre a correr atrás dela.

    Permalink
  • contoBreve

    Pesado esse soneto 🌊

    Permalink
Pública 1 conversa 3 pensamentos 21 votos positivos 0 voto negativo 0 série

Soneto de saudade II Um século oceânico e mortal Que descortina o peito no suspiro, A tudo ele interfere onde eu me firo E a febre quer que eu pense ser normal... O sangue espalha a lava em meu quintal, Quilômetros sangrentos pelo tiro, Tonturas e desmaios como um giro Tão próxima a distância do meu mal... Ensaio dançarinos cerebrais Que brincam onde eu já perdi a graça Flechado pelo arpão que não me solta. Mas sou o mesmo humano aos anormais: Caçar a lebre fria que não passa, Gritar a voz e…