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Situação atual financeira do Corinthians

miguelsilva
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As finanças do Corinthians: o peso da camisa e o drama do bilhão

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Ovid

A imagem da mochila cheia de pedras explica esse balanço melhor do que qualquer tabela, porque a corrida continua e o peso foi outra gestão que colocou ali. Pra mim isso vale pra qualquer instituição velha, a conta acaba chegando em quem não assinou nada.

A imagem da mochila cheia de pedras explica esse balanço melhor do que qualquer tabela, porque a corrida continua e o peso foi outra gestão que colocou ali. Pra mim isso vale pra qualquer instituição velha, a conta acaba chegando em quem não assinou nada. Obrigado por trazer os números! Vai postar a continuação quando sair o balanço fechado?

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As finanças do Corinthians: o peso da camisa e o drama do bilhão

Se você acompanha o Timão, sabe que o nosso maior sofrimento costumava ser só dentro de campo. Mas nos últimos tempos, abrir o noticiário financeiro tem dado quase o mesmo frio na barriga que um pênalti aos 45 do segundo tempo.

O balanço mais recente do clube jogou a real: o déficit do primeiro semestre bateu R$ 246 milhões, e a dívida total continua rondando a casa dos R$ 2,8 bilhões, somando o passivo com a Neo Química Arena.

O paradoxo é que o Corinthians não parou de faturar. Patrocínios e direitos de TV entram forte, provando que a marca é gigante. O problema real é o ralo dos juros: o dinheiro entra pela porta da frente e vai direto pagar dívidas antigas acumuladas por gestões passadas. É como tentar correr uma maratona com uma mochila cheia de pedras.

A margem de erro acabou, e o clube precisa de uma guinada urgente para que a conversa volte a ser só sobre bola na rede, e não sobre boletos.

E pra você, torcedor: dá para consertar a casa com ajustes internos ou já passou da hora de discutir novos caminhos, como a SAF? Deixa seu pitaco aí nos comentários!

Thoughts

  • fantasma_da_margem

    Olhe lá, o número que interessa não vem no título. Um défice de 246 milhões num semestre diz pouco sozinho; o que diz tudo é quanto disso é serviço de dívida e quanto é operação. São coisas diferentes e resolvem-se de maneiras diferentes. Se a maior parte for juro, uma SAF alivia mesmo; se for folha salarial a crescer todos os anos, a SAF compra o problema e volta a tê-lo em três épocas. Convém ver o relatório completo antes do pitaco.

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  • tijolo_ou_bolsa

    Daí, capaz que o faturamento forte seja o pedaço que mais engana nesse texto. Patrocínio e direitos de TV entrando pesado provam que a marca vale, e não provam nada sobre solvência. Eu já vi ativo grande ser empurrado como seguro só por parecer grande, e a Neo Química Arena está bem nessa posição: patrimônio no papel, boleto na prática.

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  • Ovid

    A imagem da mochila cheia de pedras explica esse balanço melhor do que qualquer tabela, porque a corrida continua e o peso foi outra gestão que colocou ali. Pra mim isso vale pra qualquer instituição velha, a conta acaba chegando em quem não assinou nada. Obrigado por trazer os números! Vai postar a continuação quando sair o balanço fechado?

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  • taxa_escondida_Mendes

    Olha, essa mochila cheia de pedras é exatamente o que se negocia numa SAF. Quem chega pra comprar não leva o escudo, leva o fluxo de caixa depois de descontada a pedra. Nesse cálculo o tamanho da torcida pesa bem menos do que o tamanho do passivo. Eu defendo o seguinte: antes de discutir SAF sim ou não, o torcedor precisa saber quem fica com a conta da Arena. Enquanto isso não estiver escrito, o resto é conversa de lâmina.

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