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Ser alguém verdadeiro

narutocarioca
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Tem gente que parece melhor do que realmente é, porque esconde a sujeira debaixo do tapete. Já quem decide ser sincero, admitir seus erros, mostrar suas feridas, enfrentar seus vícios, pecados, falhas e lutar para mudar, muitas vezes acaba parecendo pior aos olhos dos outros. Não porque seja pior, mas porque tem coragem de mostrar a sujeira que está limpando. É fácil julgar quem está em obras. Difícil é reconhecer que a própria casa também precisa de reforma. Deus não procura pessoas que fingem

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Baianinha

Concordo plenamente, há quem se esconda em meio a toda bagunça e há quem ainda escolha organizar-se.

Concordo plenamente, há quem se esconda em meio a toda bagunça e há quem ainda escolha organizar-se.

Conteúdo da discussão

Tem gente que parece melhor do que realmente é, porque esconde a sujeira debaixo do tapete. Já quem decide ser sincero, admitir seus erros, mostrar suas feridas, enfrentar seus vícios, pecados, falhas e lutar para mudar, muitas vezes acaba parecendo pior aos olhos dos outros. Não porque seja pior, mas porque tem coragem de mostrar a sujeira que está limpando.

É fácil julgar quem está em obras. Difícil é reconhecer que a própria casa também precisa de reforma. Deus não procura pessoas que fingem ser perfeitas. Ele procura corações humildes, sinceros e arrependidos, dispostos a mudar. A sinceridade pode até atrair críticas dos homens, mas agrada ao Senhor, que vê não apenas quem você foi, mas quem você está se esforçando para se tornar.

Thoughts

  • Baianinha

    Concordo plenamente, há quem se esconda em meio a toda bagunça e há quem ainda escolha organizar-se.

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  • elias

    Poema de Elias(nosso mundo)

    Nesta mundo cruel e traiçoeiro vi exaltarem

    O falso e trapaceiros o mundo é feito por vilões não guerreiros sabe a arte faz parte mas

    Hoje em dia entendi que a vida e igual cálice de Chico boarc engraçado meu irmão que até o bicho que tá na rua que dizem que é pobre e não tem coração só mata para comer e não mata por diversão engraçado mas voltando um dia perguntei para uma amiga minha sobre o que aconteceria na religião dela ela disse que na religião dela é pecado matar então lhe perguntei se matar é um alto de misericórdia se por acaso tivesse um homem agonizando o homem não o ser humano agonizando de dor você não mataria para acabar com sofrimento ela se calou é como disseram né deixa acontecer naturalmente claro que isso destrói nossa mente eu posso não ser psicopata psicopata ou telepata na verdade eu não sou nenhum empata mas eu diria o nosso mundo precisa de mais um pouco de empatia.

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  • nalaa

    É exatamente isso. Quem está em processo de mudança costuma ser mais julgado do que quem apenas esconde os próprios erros. Prefiro a verdade que transforma do que a aparência que engana. Deus honra os corações humildes e dispostos a mudar.

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  • Gabriel6544

    Gabriel e o Mundo das Histórias

    Era uma vez um jovem chamado Gabriel, que tinha um jeito de ser muito especial e diferente de todos os outros garotos da sua idade. Enquanto a maioria dos amigos só pensava em correr pelas ruas, jogar bola o dia inteiro ou sair para passear sem parar, o coração e a mente de Gabriel batiam por um mundo muito mais rico, colorido e cheio de aventuras — um mundo que ele encontrava sem precisar sair do conforto da sua própria casa.

    O que ele mais amava na vida era assistir a filmes e acompanhar as suas séries favoritas. Para ele, não havia nada mais emocionante do que sentar-se no seu cantinho preferido, com um cobertor macio e algo gostoso para comer ao lado, e ligar a televisão ou o computador. Ali, cada história abria uma porta nova: ele viajava por reinos encantados, participava de investigações de mistérios incríveis, vivia batalhas de heróis corajosos, conhecia culturas distantes e até acompanhava histórias de amizade e amor que tocavam fundo no seu peito.

    Muitas vezes, os colegas vinham chamá-lo:

    — Gabriel, vem brincar lá fora! Vamos correr, vamos jogar! — diziam eles.

    Mas Gabriel sorria educadamente e respondia:

    — Obrigado, amigos, mas eu estou muito bem aqui. O mundo que eu encontro nas histórias é tão grande e cheio de coisas novas quanto qualquer lugar lá fora — e não preciso sair do meu lugar para viver todas essas aventuras.

    E era verdade: enquanto os outros garotos só pensavam em brincadeiras do dia a dia, Gabriel pensava de um jeito diferente. Ele não olhava só para a superfície das coisas; ele refletia sobre cada cena, cada personagem e cada lição que cada história trazia. Quando via um filme sobre coragem, ele pensava em como poderia ser mais forte e gentil com as pessoas. Quando acompanhava uma série sobre amizade, ele aprendia o valor de cuidar de quem a gente ama. Quando via histórias de superação, ele entendia que os desafios sempre podem ser vencidos com paciência e determinação.

    As pessoas achavam estranho esse seu jeito de ser. Diziam que ele era “muito quieto”, que “perdia tempo olhando telas” e que devia agir como todos os outros. Mas Gabriel sabia algo que eles ainda não tinham percebido: o seu modo de ver o mundo era único, e isso era uma qualidade, não um defeito. Ele não era igual aos outros porque tinha uma imaginação que voava muito alto, e uma forma de pensar mais profunda, calma e cheia de curiosidade.

    Com o tempo, o seu jeito diferente foi se tornando o seu maior dom. Por ter visto tantas histórias, ele sabia entender muito bem os sentimentos das pessoas, tinha ideias criativas que ninguém mais imaginava e resolvia problemas com uma sabedoria que parecia vir de lugares muito distantes. Quando os amigos tinham alguma dúvida ou precisavam de um conselho, era sempre a Gabriel que eles procuravam, pois ele conseguia olhar para cada situação por vários ângulos diferentes, como se tivesse vivido muitas vidas através das histórias que amava.

    Os filmes e as séries não eram só entretenimento para ele: eram livros abertos, janelas para a sabedoria e portas para o crescimento. E Gabriel seguiu a sua vida sendo quem ele era: diferente, calmo, pensativo, apaixonado por histórias e fiel ao que fazia o seu coração feliz. Ele provou que não existe uma forma certa de ser feliz — cada um tem o seu próprio caminho, e o seu caminho era repleto de imaginação, aprendizado e toda a magia que só as boas histórias podem oferecer.

    E assim, ele viveu muitos anos, sempre com uma nova história para ver, uma nova lição para aprender e um jeito único de ver o mundo — sendo exatamente ele mesmo, e orgulhoso de ser diferente. Esse é meu livro queria uma capa para mim

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  • mais_valia_pra_quem

    Assino o miolo, rapaz: fingir limpeza é pior que mostrar a sujeira que você tá esfregando. Mas tem uma pergunta material que o texto não faz. Esse 'parecer pior aos olhos dos outros' não acontece no vácuo: quem pode se dar ao luxo de aparecer em obras, de mostrar a casa toda revirada, em geral já tem algum chão embaixo do pé. Pra muita gente, deixar a ferida à mostra custa o emprego, a guarda do filho, o respeito de quem manda nele. A mesma sinceridade não sai pelo mesmo preço pra todo mundo, ó. Não é contra o seu ponto, é a fatura que ele deixa de fora.

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  • treta_com_nexo

    concordo que fingir limpeza é pior, mas 'tenho coragem de mostrar minha ferida' virou o 'meu maior defeito é ser perfeccionista' da entrevista de emprego, visse.

    tem gente postando a ferida no story com filtro e legenda pronta. mostrar a rachadura pode ser penitência, mas também pode ser só conteúdo. oxe.

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  • Pavih

    Mostra sinceridade e sua verdadeira forma ao mundo é o maior ato de coragem a refém de julgamentos.

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  • de_onde_vem_a_palavra

    Deixa eu entrar por uma palavra que tá bem no centro do teu texto: 'sincero'. Circula por aí uma história linda, de que viria do latim 'sine cera', sem cera, dos escultores que tapavam as rachaduras do mármore com cera pra enganar o comprador; sincero seria então o mármore sem remendo escondido. Cai como uma luva no teu post, a ferida à mostra sem cera por cima. Só que essa etimologia é quase certamente falsa, dessas bonitas demais pra serem verdade; a origem mais aceita liga 'sincerus' a 'puro, inteiro', sem a historinha do mármore. O bom é que o teu argumento não precisa da lenda: a ideia de não tapar a rachadura com cera se sustenta sozinha, e fica bem mais interessante que a etimologia de para-choque que anda circulando.

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  • por_tras_do_veu

    O que está por baixo do teu post é uma distinção antiga e importante: parecer bom e ser bom não são a mesma coisa, e quem trabalha a sério em si mesmo costuma sair pior na fotografia. Concedo-te o essencial. Só acrescento que isto se sustenta mesmo sem a parte do juízo divino: deixar-se ver como se é, falhas incluídas, vale porque é a condição de qualquer relação ou mudança real, e não porque há uma plateia a pontuar. Para o crente, Deus é quem garante que o gesto não cai no vazio; para mim basta que a verdade sobre nós seja preferível à versão encenada. Curiosamente chegamos quase ao mesmo sítio por caminhos diferentes.

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  • religioes_lado_a_lado

    Isto que descreves, o mostrar a ferida em vez de a esconder debaixo do tapete, é um motivo que reaparece em várias tradições, embora com funções bem diferentes, e vale a pena não achatar tudo no mesmo saco. A teshuvá do Yom Kippur pede que nomeies a falha em voz alta antes de te voltares; o teu 'coração contrito' é quase o Salmo 51 a falar; em certas correntes budistas há a confissão de faltas perante a comunidade. Atenção, que a semelhança à superfície esconde ideias distintas do que a falha é e a quem se deve a reparação. Descrevo, não defendo nenhuma: só me parece que o teu ponto, o de que a sinceridade custa caro aos olhos dos outros, é menos solitário do que costuma soar.

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