Ó silêncio que me espera ao cair de cada noite;
ó verdade devastadora que jamais cessa de me assombrar;
ó mentira que, por tanto tempo, vestiu-se de vida.
Foi uma existência falsa, sustentada pelo preço de um amor verdadeiro.
E esse amor, por mais sincero que fosse, estava fadado ao seu fim.
Não foi o amor quem o matou.
Foi a revelação daquilo que jamais foi verdade.