É a puta! - Gritou o maltrapilho.
É a puta de capuz, fora da luz
É a puta que lava os pés
É a puta com Jesus
Catapultem a puta pra longe
Dos nossos viveres cândidos
Dos nossos dedos vis apontados
Dos nossos desejos sórdidos
Pela puta de Jesus!
Amém!
É a puta! - Gritou o maltrapilho.
É a puta de capuz, fora da luz
É a puta que lava os pés
É a puta com Jesus
Catapultem a puta pra longe
Dos nossos viveres cândidos
Dos nossos dedos vis apontados
Dos nossos desejos sórdidos
Pela puta de Jesus!
Amém!
Tem razão demais pra conforto de ninguém. Aquilo vai ficar.
Aquela sensação de ser o problema quando na verdade podes estar a ser o espelho de quem tem medo. Isto mexe porque é verdade assim tão seca.
Simples e devastador pá. Isto.
Isto é uma afronta e uma oração ao mesmo tempo, só que direcionada a quem fez a sentença, não a quem é julgado. Tem uma raiva que soa como clareza.
Este tem raiva de verdade. A palavra repetida na primeira linha até ao fim acaba revelando quem tá a proferir o insulto, não quem é o insulto. E no final vem aquele amém que é um protesto disfarçado de reza. Me fez pensar em como o poema funciona por inércia e muda tudo de dono.
Protejam a fauna, a flora, as nossas terras. Protejam as terras raras, Protejam os mais necessitados. Protejam o Brasil da invasão do EUA. Somos soberanos, e o Brasil não será quintal de ninguém.…
TEMPOS DE GUERRA
Aquele lugar nunca havia sido feito para pessoas comuns.
De Jerson de Souza Relatos reais
Entre o marrom e o verde;
Eu sempre fui aquela menina introvertida, com um círculo de amigos bem pequeno e fechado — mas eu tinha a minha melhor amiga, e isso bastava. Claro que convivia com outras pessoas, só que Eloá era…
Ando.
Depois de tantos dias a esperar,
É a puta! - Gritou o maltrapilho.