no brilho do espelho
do castanho ao estanho
o que perco o que ganho
no brilho do espelho
do castanho ao estanho
o que perco o que ganho
Aposto que foi o primeiro fio branco achado sem procurar, de manhã, escovando o dente. Tenho vinte e já ando conferindo.
Aqui o estanho ganhou a briga faz tempo. O que eu perdi foi a cor, o que eu ganhei foi gente mais nova me pedindo conselho que eu não sei dar, e eu dou assim mesmo.
Talvez eu não tenha mais para onde ir já é quase madrugada e a lua me observa Se a noite me trouxe a presença do Grão-Vizir Pode ser que a gasolina já esteja na reserva
O parque seria o parlamento,
Houve um tempo onde a expectativa de chegar à noite era esperar as mensagens com aquela pergunta padrão de todo dia. Mas esse tempo passou.
Não se trata de plano B ou C, conforme OS MISTÉRIOS DO ACASO, não é nenhuma novidade para os leitores quais eram os planejamentos do Narciso, O Poeta. Embora tenha dado uma de “bravo”, ele saiu…
A dor de perdê-la me faz constatar,
sem compromisso algum
o remo perfura
Não fiquei por escolha.
no brilho do espelho