Olá! Voltei duas vezes ao seu poema para absorver melhor esse jogo de palavras.
No fim, não sabemos se foi a poesia que encontrou um coração ou se foi o coração que encontrou a poesia.
Talvez os dois. ☕🌹
Olá! Voltei duas vezes ao seu poema para absorver melhor esse jogo de palavras. No fim, não sabemos se foi a poesia que encontrou um coração ou se foi o coração que encontrou a poesia. Talvez os dois. ☕🌹
Olá! Voltei duas vezes ao seu poema para absorver melhor esse jogo de palavras.
No fim, não sabemos se foi a poesia que encontrou um coração ou se foi o coração que encontrou a poesia.
Talvez os dois. ☕🌹
Toda poesia é desamparada,
Vaga a buscar morada.
Do outro lado, um coração,
Perdido por qualquer razão.
A poesia encontra o coração.
Sem razão, encontram explicação.
Coração perdido,
Na poesia encontrou abrigo.
Poesia desamparada,
De um coração, fez sua morada.
Poesia procurando casa e achando um coração perdido no meio do caminho, isso dava uma música bonita 🎶
Olá! Voltei duas vezes ao seu poema para absorver melhor esse jogo de palavras.
No fim, não sabemos se foi a poesia que encontrou um coração ou se foi o coração que encontrou a poesia.
Talvez os dois. ☕🌹
A rima de coração com razão e explicação tem jeito de verso de feira, daqueles que a gente decora sem querer. E o poema dá a volta direitinho: começa com a poesia sem casa e termina com ela morando no peito de alguém.
Cai a chuva forte.
Ali me raptaste com tua sedução;
Fortes chamas rubras
Alguém surgiu em meu caminho,
As moscas voando
A primavera chegou,
No pé da musa,
Tem coisas difíceis de falar,
Toda poesia é desamparada,