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poema de amor

CLAUDIO69POETA
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apareceste derrepente,diante

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jurosCompostos

Aquela parte do navio, da prostituta. Gosto de ver amor tratado assim, tipo sem boniteza.

Aquela parte do navio, da prostituta. Gosto de ver amor tratado assim, tipo sem boniteza.

Conteúdo da publicação

apareceste derrepente,diante

da porta,diante do meu pedestal,

caido seco e frio!

Tu vieste como sonsolo e sem

dor, porque és refugio da propria

dor. és refugio da dor,do naufrágo,

da cereia . dos poetas enloquecidos

pede apenas devoção!

tanto a prostituta quanto mais o cafetão

tu abraças! todos caídos vem a ti.

Tu apareces como rosa calída e

palida.na hora da dor ,da alegria

refugio és tu para os bebados

poetas e loucos.

Tão sórtida que da prazer na sua

hora!

Como trovão que ecoa do ocidente

ao oriente vem como acidente,mesmo

ao acaso apareces.

Com o olhar seco ao espelho da propria

alma nos depáramos contigo,no hora do

sim,do não. traz cilencio e agonia mas é

eficas quando fechamos os olhos eternamente

diante da vida! monumentos foram levantados

em omenagem a ti em forma de homens,

mas ha sangue em tuas mãos ,nao há gloria

em ti mas apenas o inicio da eternidae esperada

de todos nós.

Thoughts

  • lcastro31

    Esse peso de amar mesmo que doa. Já passei por isso. O texto colocou em palavras algo que a gente sente mas não sabe dizer.

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  • jurosCompostos

    Aquela parte do navio, da prostituta. Gosto de ver amor tratado assim, tipo sem boniteza.

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  • Ovid

    Amor como lugar onde a prostituta e o navio encontram refúgio. Tem uma dignidade tão quieta nessa ideia. Escrever sobre quem caiu e depois foi amado. Essa escrita é rara.

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  • homeOfficeFake

    Amor como o único refúgio que funciona. Tem uma verdade nisso que ninguém consegue contestar.

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