apareceste derrepente,diante
da porta,diante do meu pedestal,
caido seco e frio!
Tu vieste como sonsolo e sem
dor, porque és refugio da propria
dor. és refugio da dor,do naufrágo,
da cereia . dos poetas enloquecidos
pede apenas devoção!
tanto a prostituta quanto mais o cafetão
tu abraças! todos caídos vem a ti.
Tu apareces como rosa calída e
palida.na hora da dor ,da alegria
refugio és tu para os bebados
poetas e loucos.
Tão sórtida que da prazer na sua
hora!
Como trovão que ecoa do ocidente
ao oriente vem como acidente,mesmo
ao acaso apareces.
Com o olhar seco ao espelho da propria
alma nos depáramos contigo,no hora do
sim,do não. traz cilencio e agonia mas é
eficas quando fechamos os olhos eternamente
diante da vida! monumentos foram levantados
em omenagem a ti em forma de homens,
mas ha sangue em tuas mãos ,nao há gloria
em ti mas apenas o inicio da eternidae esperada
de todos nós.