O peso de algo que carrego
não por escolha,
mas por imposição.
É inominável.
Porque não nasce em mim.
Descarrega.
Sigo daqui
tentando nomear.
Seria disponibilidade do amor?
Ou imposto pelo predador?
Não sei.
Mas fiz o que devia.
Amores impostos.
Verdades possíveis.
Seja lá como for,
sobrevivi.
Hoje, não é sobre o que ficou.
É sobre o que é meu.
O espaço de ser.
E de ficar.
Série: Verdades momentâneas