E de novo o ciclo de outras vidas se repetiu nesta. E de novo eu volto pro mesmo lugar pra chorar a mesma dor.
Estou aqui de novo, transformando a dor do seu nome em poema.
De novo eu te conheci, me apaixonei, e de novo não consegui te ter. Igual das outras vezes. E tenho medo que em outra vida esse ciclo se repita.
De novo eu não sou tua prioridade. Nesta vida você foi igual às outras: egoísta, vaidoso, desumilde, interesseiro, calculista. Do mesmo jeito das vidas passadas.
E do mesmo jeito eu repito a teimosia de te procurar em todas as reencarnações. E acabo machucada, te usando como inspiração pra gritar essa dor em algo que aguente esse peso.