Azul é a cor presente desde o nascimento até a morte, lágrimas escorrem dos nossos olhos quando nascemos, uma vida nova. Lágrimas azuis se tornam pesadas ao fim da vida, quando a morte está por vir, e ninguém pode intervir na ordem natural da vida.
O azul soa como uma arara azul, voando pelo céu, longe da extinção. O azul pode ser belo, mas também pode ser doloroso.
O azul vem e vai, como nuvens no céu, e por mais que tentamos segurar as lágrimas não conseguimos, elas vêm, ficam e vão. Mas sempre retornam.
Azul é a cor vasta entre os oceanos, rica em vida, mas profunda, ela vem com a chuva numa madrugada solitária, sem dar avisos, apenas barulhos.
É como sentir um pedaço do seu em meio ao nosso sofrimento.
Ela sempre estará aqui, não podemos correr dela.
O famigerado azul, sempre presente e onipotente.
Não adianta fugir, ele sempre estará aqui, num entardecer de sol, ou em uma tempestade, ele sempre permanecerá.