A espada raiz me diz o caminho frontal.
Olhei para o meu sangue escorrendo no curral.
Padrões herdados mudaram a minha opinião.
Cortaram minha garganta para mim não ter a atenção; tanto desejei, o caminho foi em vão.
O solo da guitarra para, igual ao meu coração.
A pausa do abraço congela meu sentimento.
A dor do meu pulso causa estrago no peito.
A minha respiração foi ficando sonolenta.
A areia nos meus pés me leva ao sofrimento.
A grama não é tão verde quando você tá morrendo.
Mesmo que eu esteja vivo, sinto que eu não tô vivendo.
Eu sou controlado pelo meu próprio veneno.
As organizações me deixaram meio lento.
Eu procuro, na caverna, todos os meus sentimentos.
A espada de raiz me guia para o sofrimento.
Talvez isso seja a escrita de passar pelos momentos.
Essa corrida me fez ficar de cara com o tempo.
O clima tá fechado, e eu tô aqui vendo a paisagem que chama meus pensamentos.
Processo de cura só abriu os ferimentos; a semente da ceia me fala dos seus enterros.
Qual é a escarlate que precisa vencer os medos?
Se tudo é fases, por que venho andado sofrendo?