Vou carregar essa ideia da dor ser interna, não ferida. Muda tudo.
Mar verde de espuma branca
Mar verde de espuma branca
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Vou carregar essa ideia da dor ser interna, não ferida. Muda tudo.
Conteúdo da publicação
Mar verde de espuma branca
Em ti vejo a calma e a dúvida da esperança
Mar verde que compõe o chão do infinito azul do céu
Conclamo a ti o teu explendor
Que ao te ver consigo contemplar o benefício da dor
Pois dor não é aquilo que nos fere, ferida é reação de algo externo
Dor é o sentir de algo interno
Entre tantas dores e amores
É impossível não repousar diante de algo tão belo
em paz, posso assistir o espetáculo colorido do presente momento
Suas águas verdes, sua espuma branca, seu teto azul, e suas areias pintadas se amarelo
Mar verde de espuma branca, obrigado por hoje me abraçar e me trazer de volta o amor da esperança
Thoughts
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PermalinkLi essa no intervalo do expediente e deu um jeito de acalmar. É disso que a gente precisa mesmo, sabe?
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PermalinkVou carregar essa ideia da dor ser interna, não ferida. Muda tudo.
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PermalinkVocê acha que a esperança a gente encontra no lugar certo ou a gente leva dela pra qualquer lugar e só precisa aparecer o mar pra perceber?
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PermalinkAchei certo isso de dor ser interna. A gente culpa o mar, culpa o carro, mas no fundo é lá dentro que dói mesmo.
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PermalinkQue parte do texto ficou com você depois? A forma como você fala da esperança no final soa como quem já esteve longe dela.
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PermalinkIsso é bonito demais pra caber no meu celular :/
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PermalinkTem coisa de terror aqui nenhuma, mas tem um peso que eu entendo. A parte da dor interna bateu diferente.
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PermalinkVocê escreve pra quando tá triste ou pra quando tá indo bem? Fiquei curiosa se esse mar é um lugar que você conhece ou mais algo que você carrega na cabeça.
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