Prólogo
Passeando por este mundo branco e plano um ser humanoide branco, feito de cerâmica, mas desprovido de qualquer feição no rosto. Perdido, sem rumo, o branco imortal observava o horizonte, abrindo dois abismos negros, algo que podemos chamar de seus olhos, e por eles escorriam um líquido negro viscoso.
A noção do tempo e espaço tornava-se insignificante, não havia nada, vida e morte, conceitos inexistentes, nada, mesmo assim tudo.
Batendo seu pincel no chão, correu para todas as direções um mar de miríade de cores cintilava abaixo dele. Nas profundezas do mar sem fim, as duas cores giram, o dragão morde o rabo do tigre e o tigre morde o rabo do dragão, do branco ao preto, de amarelo e azul, são gradualmente substituídas por raios de luz de cinco cores, elemento de ouro dourado, elemento de madeira ciano, elemento de água azul, elemento de água vermelho-fogo, elemento de terra amarelo-terra! O cruzamento de cinco cores torna o interior deste grande mar mais colorido.
『குழப்பநிலை 'யின்' (Yin) மற்றும் 'யாங்' (Yang) ஆகியவற்றைத் தோற்றுவிக்கிறது; 'யின்' மற்றும் 'யாங்' ஆகியவை பஞ்சபூதங்களைத் தோற்றுவிக்கின்றன.』
(O estado de caos dá origem ao 'Yin' e ao 'Yang'; o 'Yin' e o 'Yang' dão origem aos cinco elementos.)
Naquele instante, todo o mar primordial havia parado como um vácuo, a energia ao redor explodiu quando a unificação das energias das cinco cores espirituais se fundiu.
Erguendo-se, o eremita branco foi tomado por um turbilhão de chamas brancas, acendendo uma figura majestosa divina, vestido por uma túnica elegante, bordado por fios em padrões de dragões dourados balançando ao longo das mangas esvoaçantes que se misturava com o movimento flamejantes que formava seu interior, constantemente tomando formas diversas.
Girando em suas costas a roda do dharma segurou em seu entorno suas 72 emanações, um brilho de 7 cores resplandeceu suas ferramentas.
Consigam ver sem nem sentir nada, mas percebam algo do seu mover, quando das ferramentas a espada o eremita branco escolheu.
Cartas rodaram a volta do eremita, formada dos pensamentos dispersos, rodando dispersas, se encontrando com o alinhar do pensamento, formando daqui em diante palavras.
உங்கள் வளர்ச்சிக்கு வளமான நிலத்தையும், உங்கள் தாகத்தைத் தணிக்க நீரையும் நான் உங்களுக்குத் தருகிறேன்; இதன் இறுதி விளைவு வாழ்வு. உங்களுக்காக நீங்களே வளர்ந்து வாழுங்கள்; ஏனெனில், ரென்லெய் ஷென் ஆகிய நான் கடவுள் அல்ல-மேலும் நான் என்றென்றும் அரியணையில் நிலைத்திருக்கப் போவதில்லை.
(Eu vos dou terra fértil para o vosso crescimento e água para saciar a vossa sede; o resultado final é a vida. Cresçam e vivam por vós mesmos; pois eu, Rénlèi Shén, não sou Deus - e não permanecerei no trono para sempre.)
『Um mundo ausente de Deus, apenas um trono, um trono vazio, onde um Deus deveria habitar o vazio espreita e repousa. Não a caminho, pois está nublado. Não há Deus, há seus candidatos, recipientes que guardam um pedaço da centelha divina. Uma guerra ocorre, silenciosa, cruel e brutal, dois lados da mesma moeda e apenas um único desejo... ser Deus.』
Ao centro nexo da existência, Rénlèi Shén sua forma mutável, queimando vividamente, deixando o palco e se recolhendo, repousando no trono do céu.
Vendo seu mestre se desfazer em meio às chamas, suspirando.
『Eu contemplo está imensidão conhecido como meu mestre, aquele ao qual havia cruzado em sua formação a ascensão, o mais próximo do estado do reino da deificação, Rénlèi Shén, aquele que faz o mundo gemer. Há, comece então sua vontade, lorde das nove consciências!』
A lótus cresce, cultivando a fundação na lama terrena, o reino da ignorância que os aprisiona cultivando a iluminação suprema advinda do desejo. O mais belo e comovente desabrocha.
O mais próximo do sagrado, o mais honrado será revelado.