Deito na cama, ouço o silêncio. Esse vazio devia ser imediatamente preenchido, mas quem eu desejo que o preencha não tem consciência do que quero.
Talvez eu devesse esquecer, contudo a noite vem e sempre me lembra que ele não é meu. Nunca foi. Ouvirei o silêncio por mais uma vida.