A inigualável força de querer
afoga em prantos a necessidade,
Como gravidade jogando o ser
No fundo do mar, matando na profundidade
O sub sabe, o sobre se atormenta.
É inútil flor murcha, que luta pela paisagem
Mas é só seco o mato, que estéril luta
resistir a verdadeira passagem
A última tentativa é faísca em tempestade
O vento assopra e diz sobre o temer
Desistir é pra si amabilidade
O inútil assim sufoca o esclarecer
Deixa ir a paixão que te violenta
Do fundo do mar aos céus
Da terra infértil a decomposição
Da fagulha de fogo á ventania
É útil amar o processo
É útil vincular ao progresso
É útil dar-se ao recesso
É inútil abraçar o excesso