Me vejo sentando em um banco,
Escorando-me no barranco de um grande desfiladeiro
Me pego olhando,
Comparando-me o dia inteiro
Se vejo um bêbado,
Abro uma lata.
Se vejo um rico,
A inveja me mata.
Tudo começa,tudo passa.
Será que é ingratidão ou minha solidão?
Que me faz olhar tudo com uma grande chateação.
Eu não sei se posso levar isso como virtude,
Mas meu dom é ter igualitude.