— Quando eu estava sozinha, minha mente te procurava... E quando lembrava daqueles olhos em mim...
(...).
É certo que o efeito foi imediato. Esta não foi a única, mas uma de outras tentativas evidentes de me tentar à aceitá-la, novamente. Conseguiu.
Não há muito, dela entretanto houve em suma: 'depravação', 'carícias', 'atrocidades verbais', 'provocações', 'auto depreciação', 'roupas vulgares', 'tentativa de voluntariamente conhecer os céus' e "Persona dominadora"; de sua parte. Não era mais quem conheci. Parecia ter mudado até seus três jeitos amáveis... Em fim, não durou muito, apenas algumas semanas, diria que pouco mais, já que: seus pais, segundo ela, haviam descoberto tudo, lhe agrediram, lhe impuseram regas rígidas e a proibiram de sequer olhar para mim.
É difícil à ignorar, mas eu a vi, no centro, suas mãos quentes estavam agarradas à mãos frias, essas que, não eram as minhas. (Isto, não é culpa.)
— Olá queridos alunos, boa tarde! Como vocês estão?
Ah... Ela chegou.