Sempre amei azul
Azul do infinito
Azul, do claro ao escuro
Mas, ultimamente, sua estética me consola de dia
À noite, a melancolia reina
Não sei, mas o profundo impera
Minha mente, nem um pouco sã, se desespera
Busca captar cada pincelada, como os impressionistas
Mas, quem mesmo eu quero impressionar?
Apesar de ser amante do azul, jamais terei a sua beleza
Jamais saberei o que pensa
Jamais, jamais, jamais...